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CGE-MT lança Trilha de Aprendizagem Correcional voltada a servidores estaduais

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) lançou a Trilha de Aprendizagem Correcional, uma iniciativa destinada a servidores estaduais, visando disseminar conhecimento na área correcional, promovendo um aprendizado contínuo e estruturado.

A Trilha de Aprendizagem consiste em uma sequência organizada de cursos e atividades educacionais, projetada para desenvolver competências específicas de forma eficiente e direcionada. Este formato facilita o progresso contínuo dos participantes, promovendo um caminho claro e objetivo para o desenvolvimento profissional.

O curso inclui atividades como a correção, admissibilidade correcional, provas no processo administrativo, entre outras. Segundo Renan Zattar, secretário adjunto da CGE, a criação da trilha foi motivada pela necessidade de aprimorar continuamente o conhecimento dos servidores públicos.

“A intenção era estabelecer um mínimo de cursos para os servidores que atuam na correição, uma necessidade identificada pela CGE. Com a Trilha de Aprendizagem Correcional, esperamos elevar a capacidade de processamento e melhorar a atuação na área de correição”, explica Zattar

A adesão à Trilha de Aprendizagem Correcional é simples e gratuita. Para mais informações e inscrição é só clicar aqui.

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Essa iniciativa reforça o compromisso da CGE-MT com a capacitação e o desenvolvimento contínuo dos servidores públicos, além de promover a transparência e a eficiência no serviço público.

Certificação

Para obter a certificação o servidor deverá realizar 10 cursos obrigatórios, a partir de junho de 2024, com a carga horária somada de 161 horas.

Após o servidor completar toda a lista de cursos, ele deverá remeter ofício com os certificados juntados por meio do SIGADOC, para validação e emissão do certificado da Trilha de Aprendizagem Correcional 1.0.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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