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Governo de MT reforça qualidade de vida e serviços públicos em Paranaíta com R$ 325,4 milhões em ações

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O município de Paranaíta recebeu, nos últimos sete anos, um volume expressivo de investimentos do Governo de Mato Grosso, que somam mais de R$ 352,4 milhões, para impulsionar a qualidade de vida da população e fortalecer os serviços públicos.

Na área de infraestrutura, o Estado asfaltou 66,47 quilômetros da MT-206, com investimento de R$ 115 milhões. Também forma destinados R$ 69,5 milhões para a restauração de asfalto da mesma rodovia e da MT-208. Outro avanço importante é a construção de duas pontes de concreto nessas rodovias, que juntas somam 331,45 metros de extensão sobre os rios Paranaíta e Apiacás, após aporte de R$ 17,1 milhões.

Na saúde, os recursos garantiram a realização de cirurgias eletivas ao longo de seis meses em Paranaíta. Foram destinados R$ 2,2 milhões para equipamentos, que foram repassados para unidades hospitalares e de saúde. Além disso, o município recebeu R$ 470 mil para compra de ambulância.

A educação também foi contemplada com a entrega de sete ônibus (R$ 6 milhões), de 625 Chromebooks (R$ 1,4 milhão) e a reforma da Escola Estadual Mário Corrêa da Costa (R$ 1,1 milhão).

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Já na assistência social, os investimentos do Estado atenderam famílias em situação de vulnerabilidade, com a entrega de 7.200 cestas básicas e 1.345 pelos programas SER Família Solidário e Aconchego, respectivamente. Já pelo SER Família Habitação – Faixa Zero, o Estado ajudou o município com materiais de construção para a edificação de 32 casas, após R$ 3,5 milhões em recursos estaduais.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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