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Câmeras do Vigia Mais MT colaboram para prisão de três suspeitos de furtar fiação de decoração natalina

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Imagens de câmeras de monitoramento do programa Vigia Mais MT, da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), colaboraram para a prisão de três homens nessa terça-feira (19.12), em Nova Monte Verde (968 km de Cuiabá). Os criminosos foram flagrados furtando a fiação de energia da decoração de Natal da cidade.

Os dispositivos eletrônicos do Vigia Mais MT, entregues à prefeitura e instalados em diversos pontos da cidade, filmavam o canteiro central da MT-208, onde o crime ocorreu, e identificou os criminosos.

Nas imagens, é possível ver um dos suspeitos se aproximando de uma das árvores decoradas com as luzes natalinas, desconectando o cabo e saindo rapidamente. Segundos depois, os outros dois suspeitos, que estavam observando, são vistos recolhendo a fiação e seguindo na mesma direção do primeiro, enquanto arrastavam o material.

Os homens de 26, 27 e 32 anos são funcionários de um frigorífico no município e estavam hospedados em um hotel, onde foram presos pelo crime praticado por volta de 23h de sexta-feira (15). Eles confessaram a autoria do furto.

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Os policiais encontraram o material furtado no quarto onde eles estavam e deram voz de prisão aos suspeitos, que foram conduzidos à delegacia de polícia.

*Sob a supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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