MATO GROSSO

Suspeitos de violência doméstica e porte ilegal de arma são presos pela PM em Várzea Grande

Publicado em

Policiais militares de Várzea Grande prenderam dois homens envolvidos em crimes de violência doméstica e porte ilegal de arma, na noite desta sexta-feira (29.03). Na ocorrência, a PM também apreendeu um revólver com seis munições e R$ 5,2 mil em dinheiro.

A equipe da 25ª Companhia de PM foi acionada para verificar uma denúncia de agressão, no bairro Paiaguás. No local, os militares se depararam com uma mulher que denunciou ter sido agredida com tapas no rosto pelo seu ex-companheiro. A vítima também afirmou ter uma medida protetiva contra o suspeito.

A mulher ainda relatou que foi agredida outras vezes pelo suspeito e que em uma das ocasiões, o homem lhe ameaçou de morte com uma arma de fogo. Por fim, a vítima disse que a arma usada por ele ficava guardada na residência de um outro homem, que também seria suspeito de agiotagem.

Na residência da vítima, o agressor foi encontrado e preso. Questionado sobre a denúncia de ameaça com a arma, o homem confirmou o fato e informou o endereço do segundo suspeito onde estava o objeto, no bairro Residencial Jacarandá.

Leia Também:  MP recomenda Semana Escolar de Combate à Violência Contra Mulher

As equipes policiais foram até o segundo endereço e abordaram o suspeito que reside na casa. Nas buscas no imóvel, os policiais localizaram o revólver calibre .38 carregado com seis munições e a quantia de R$ 5.250,00 em dinheiro. O segundo suspeito confirmou realizar agiotagem e que usava a arma para ameaçar os seus clientes devedores.

Os dois homens foram conduzidos para a Central de Flagrantes, com o material apreendido.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Polícia Civil prende três pessoas envolvidas em extração ilegal de madeira em Nova Maringá

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA