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Bombeiros salvam mulher arrastada pela correnteza do Rio Araguaia

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, no domingo (8.2), uma mulher em risco iminente de afogamento no Rio Araguaia, em Alto Araguaia (a 418 km de Cuiabá). A vítima foi encontrada agarrada a uma árvore, na tentativa de não ser levada pela forte correnteza do rio.

A equipe do 1º Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) após a informação de que uma mulher estaria gritando por socorro dentro do rio, nas proximidades da orla.

De imediato, os bombeiros se deslocaram até o local e encontraram diversos populares em estado de aflição, que relataram que a mulher estava sendo arrastada pela correnteza, agarrada à galhada de árvores próxima à margem, sem forças para sair da água.

Diante da gravidade da situação, um bombeiro entrou no rio, realizou a aproximação da vítima e efetuou o resgate por meio da técnica de nado de reboque. As chuvas que caíam durante o atendimento dificultaram a operação e exigiram elevado nível de técnica e segurança da equipe.

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Após o resgate, a mulher foi conduzida até a margem do rio e, com o apoio de dois militares que atuavam em solo, foi realizada a ancoragem com cordas, possibilitando a retirada segura da vítima até o topo do barranco.

Já em local seguro, a vítima recebeu atendimento pré-hospitalar da equipe de bombeiros. Ela apresentava-se consciente, porém confusa, com dificuldade respiratória, sinais de hipotermia, além de hematomas visíveis no joelho direito e na cabeça, bem como escoriações pelo corpo.

Foi realizado repouso momentâneo para estabilização do quadro clínico e, posteriormente, a mulher foi encaminhada ao Hospital Municipal de Alto Araguaia para avaliação médica.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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