MATO GROSSO

Bombeiros de MT são enviados a TO para reforçar buscas por criança indígena desaparecida

Publicado em

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) enviou nesta quarta-feira (24.01) uma equipe do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso para reforçar as buscas ao menino indígena, de 11 anos, que desapareceu na região da Ilha do Bananal, em Tocantins, no último domingo (21.01).

A equipe composta por três bombeiros, dois cães farejadores e dois drones é especializada em buscas e resgates e atuam na unidade do Corpo de Bombeiros de Barra do Garças (a 509 km de Cuiabá), de onde saíram em uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer).

“Essa é uma questão humanitária, temos uma criança desaparecida em uma área de difícil acesso e ela precisa ser encontrada urgentemente. Por orientação do secretário Cesar Roveri, a Adjunta de Integração Operacional está pronta para ampliar esse apoio, se houver necessidade da adoção de outras medidas no reforço às buscas”, afirmou o secretário adjunto de Integração Operacional de Segurança Pública, coronel Cláudio Fernando Carneiro.

Leia Também:  Governo inicia obras do Sistema BRT na Avenida do CPA

A região onde o menino desapareceu fica entre os municípios de Santa Terezinha (MT) e Pium (TO), numa área de divisa entre os dois municípios. A criança mora na Aldeia Macaúba, na Ilha do Bananal.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Bombeiros combatem incêndio em residência em Cuiabá

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Sesp entrega nova viatura à PM de Gaúcha do Norte para reforço no policiamento

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA