MATO GROSSO

Batalhão Ambiental da PM aplicou mais de R$ 176 milhões em multas em 2024

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O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) aplicou R$ 176,4 milhões em multas e prendeu 92 pessoas em flagrante por crimes contra o meio ambiente, em Mato Grosso, em 2024.

As equipes realizaram 104 operações de fiscalização próprias e de apoio às outras instituições, resgataram 1.022 animais, apreenderam 194 quilos de pescado irregular e retiraram 30 tratores de circulação.

No ano anterior, durante às ações de enfrentamento a crimes contra o meio ambiente, foram registrados 288 autos de infração, 256 autos de inspeção, além da assinatura de 221 termos de embargo e interdição e 54 de destruição e inutilização de veículos.

Os policiais militares apreenderam 839 materiais de pesca irregular, entre espinhel, redes, tarrafas e outros apetrechos. Ao todo, 14 embarcações foram detidas e outras 310 vistoriadas.

As equipes apreenderam, no último ano, 3.660 m³ de madeira extraída irregularmente, 28 motosserras, 17 armas de fogo e 133 munições de calibres diversos.

O comandante do Batalhão Ambiental da PM, tenente coronel Fagner Augusto do Nascimento, apontou como produtivas as ações de enfrentamento, combate e preservação ambiental no Estado.

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“Essas ações têm sido bastante exitosas graças a integração dos órgãos. Além disso, os importantes investimentos por parte do Governo do Estado, com armamentos, viaturas e recursos tecnológicos, contribuem para uma patrulhamento tático e ostensivo mais preciso, principalmente em áreas de difícil acesso. A Polícia Militar tem um papel importante. Além da capacidade técnica, temos o aparato de segurança necessário para garantir o cumprimento da lei na preservação do meio ambiente”, destacou.

As equipes atuam em operações próprias e em apoio à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e outras instituições para proteger a fauna e a flora em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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