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Autores de furto em oficina em Vila Rica são presos após serem localizados pela Polícia Civil no Pará

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Dois criminosos investigados pela Polícia Civil de Mato Grosso por envolvimento em crimes de furto tiveram mandados de prisão cumpridos, nesta segunda-feira (10.2), após serem localizados no Estado do Pará.

Considerados foragidos da Justiça, os suspeitos estavam com mandado de prisão decretado pela Segunda Vara Criminal e Cível de Vila Rica.

Os suspeitos tiveram as ordens de prisão decretadas com base em investigações da Polícia Civil, realizadas por meio da Delegacia de Vila Rica, que identificou o envolvimento deles em um furto ocorrido na noite de 20 de janeiro de 2025, em uma oficina mecânica na cidade. Na ocasião, foram subtraídos um veículo Fiat Uno, dois notebooks, 33 pneus de carro e diversas ferramentas.

Com a identificação dos suspeitos, o delegado de Vila Rica, Luíz Humberto Mendes Leite, representou pela prisão preventiva dos suspeitos, que foi deferida pela Justiça.

A prisão dos foragidos foi realizada pela equipe plantonista da Delegacia de Polícia Civil de Santana do Araguaia (PA), após troca de informações com a equipe de investigadores da Delegacia Municipal de Vila Rica, que identificou a possível localização dos suspeitos na cidade paraense.

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Após terem a ordem de prisão cumprida, os presos foram encaminhados à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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