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Ação integrada apreende 450 kg de cocaína e gera prejuízo de R$ 16 milhões às facções

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Uma ação integrada de combate ao tráfico de drogas, realizada nesta quinta-feira (14.5), no município de Luciara (a 1.166 km de Cuiabá), mobilizou forças de segurança de Mato Grosso, Amazonas e a Polícia Federal resultou na apreensão de 450 kg de cloridrato de cocaína e de uma aeronave, gerando um prejuízo estimado em R$ 16 milhões às facções criminosas.

A droga foi localizada em uma aeronave de pequeno porte. Na pista, em posição de decolagem, o avião foi cercado por equipes das polícias, impedido de levantar voo.

Quatro suspeitos que estavam no local foram presos em flagrante.

Participaram da operação policiais de quatro forças estaduais: Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Polícia Civil e Polícia Militar.

Do estado do Amazonas, a ação contou com equipes da Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado) e COE (Companhia de Operações Especiais).


A operação integra o Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo do Estado, programa que intensifica o combate a todas as modalidades de crime e reforça a integração das forças policiais de Mato Grosso com a Polícia Federal e dos estados vizinhos.

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A droga, os suspeitos presos e a aeronave foram encaminhadas à Superintendência da Polícia Federal, em Cuiabá, onde seguem com as investigações e outros procedimentos legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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