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“Acabou o cheiro de esgoto, modificou bastante”, afirma moradora após canalização do Córrego do Barbado

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A ampliação da Avenida Parque do Barbado, inaugurada há pouco mais de um mês pelo Governo de Mato Grosso, assim como a canalização do Córrego do Barbado, trouxe uma melhoria significativa na qualidade de vida dos moradores dos bairros Pedregal e Renascer, em Cuiabá. Com um investimento de mais de R$ 26 milhões, a obra melhorou o trânsito e eliminou problemas como o mau cheiro do esgoto.
Investimento também prolongou em 700 metros a Avenida do Barbado – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

A cozinheira Jeanne de Figueiredo ressaltou que, antes da obra, o mau cheiro vindo do córrego que separa os dois bairros era predominante. “Era impossível comer. Tinha muito mau cheiro do esgoto. Tinha muita pessoa andando nos fundos. Hoje não, hoje modificou bastante. Agora a gente fica mais sossegado, mais tranquilo. Agora só show de bola”, afirmou Jeanne.

A avenida, que tem 700 metros de extensão, foi construída em pista dupla, com ciclofaixa e iluminação em LED, proporcionando mais segurança e conforto.
Aposentado relatou dificuldades com animais peçonhentos antes dessa obra – Foto: Secom-MT

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O aposentado Atílio Alves da Guia também relatou as dificuldades que os moradores enfrentaram com enchentes e animais peçonhentos, já que o córrego era um canal de esgoto, onde acumulava muito lixo.

“Já sofremos muito aqui com doenças, porque tinha muitos insetos na beira do córrego. Antes, nós estávamos esquecidos. Essa obra para nós é muito importante”, disse Atílio.

O córrego foi concretado e canalizado, melhorando as condições de saneamento.
Foi feita a canalização e a concretagem do córrego – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Além de eliminar o mau cheiro, a obra na avenida facilita o deslocamento rápido entre a Ponte Sérgio Mota e a região da Avenida dos Trabalhadores, conectando diretamente as avenidas das Torres, Arquimedes Pereira Lima e Fernando Corrêa da Costa.

“Uma obra como essa aqui, que o Mauro Mendes fez para a comunidade do Pedregal e do Renascer, é uma das melhores obras”, comentou o calheiro Castorino Castro.

A obra também melhorou o acesso para quem precisa se deslocar para a região do Cristo Rei, em Várzea Grande, e vice-versa, beneficiando a população e contribuindo para um trânsito mais rápido e organizado.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

CGE aplica multa a consórcio por registros fictícios de atendimento no Ganha Tempo

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A Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) aplicou multa administrativa de R$ 489.615,75 ao consórcio Rio Verde por irregularidades na execução do contrato de gestão das unidades do Ganha Tempo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (16.6).

A penalidade decorre de processo administrativo de responsabilização instaurado em 2021 com base na Lei Anticorrupção (Lei Federal nº 12.846/2013), para a apuração de fraudes relacionadas à emissão de senhas de atendimento sem a efetiva prestação dos serviços entre os anos de 2019 e 2020.

A multa aplicada foi calculada com base em 20% do faturamento bruto do consórcio no ano de instauração do processo, somado ao valor da vantagem indevidamente auferida. O montante será atualizado monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde dezembro de 2019 até a data do efetivo pagamento.

Além da multa, a decisão determina que a empresa publique o extrato da condenação em sua sede física ou em seu site institucional e estabelece a proibição de contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a CGE-MT.

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Senhas fictícias

Pelo modelo contratual adotado (Contrato nº 62/2017), a concessionária era remunerada conforme a quantidade de atendimentos realizados. Dessa forma, a inserção de registros fictícios gerava cobranças indevidas ao Estado e aumentava artificialmente a remuneração da empresa.

As irregularidades chegaram ao conhecimento do Governo de Mato Grosso por denúncias encaminhadas à Ouvidoria do Estado. Os fatos foram apurados em auditorias realizadas pela CGE-MT e em estudos técnicos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), gestora do contrato de parceria público-privada (PPP).

As investigações apontaram o registro de atendimentos fictícios mediante a inserção de CPFs inválidos ou inexistentes nos sistemas informatizados, com o objetivo de simular atendimentos e elevar indevidamente os valores pagos à concessionária. Também foram identificadas práticas que dificultavam as atividades de fiscalização, comprometendo a confiabilidade e a rastreabilidade dos registros utilizados para o controle contratual.

O contrato com a concessionária foi anulado em abril de 2021 após decisão judicial no âmbito da Operação “Tempo é Dinheiro”. Desde então, a Seplag passou a executar a gestão das unidades do Ganha Tempo em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Barra do Garças.

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Confira aqui o extrato da decisão.

Fonte: Governo MT – MT

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