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Prefeitura acelera trabalhos e quer eliminar 700 buracos por semana em fevereiro

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, sanou uma demanda de aproximadamente 6.500 buracos no mês de janeiro. A meta é manter uma média de 700 buracos por semana no mês de fevereiro, com cerca de 90 toneladas de CBUQ, produto usado na ação, aplicadas simultaneamente em diferentes regiões da cidade, com quatro equipes em atuação. A manutenção viária está entre as prioridades da gestão e, para isso, conta com a ajuda do clima para acelerar o serviço. O período chuvoso interfere na realização da ação, considerando que o produto é massa quente e não pode ser aplicado em buracos com água ou em vias muito molhadas.

Como precaução, as empresas estão tendo o cuidado de fazer carregamentos menores de massa CBUQ para não perder o produto. Em média, cada carga de 15 toneladas permite tapar cerca de 120 buracos, sendo utilizada criteriosamente a espessura de 5 centímetros do produto.

“As empresas só recebem pelo produto aplicado. É feita a metragem de cada serviço, de cada buraco. Em caso de sobras da massa, ela retorna para a empresa responsável, sem custo para o poder público”, explicou o diretor de Infraestrutura da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, Ricardo Rodrigues.

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Nesta quarta-feira (04), as equipes atuam na Avenida Barão de Melgaço. São vários buracos de pequenas proporções que serão atendidos. Também há trabalhos nas regiões do CPA I, II, III e IV, Primeiro de Março e Ilza Terezinha, dando continuidade ao serviço realizado há alguns dias, especialmente em linhas de ônibus e vias de grande movimento.

Outras equipes atendem demandas no Jardim Paraná e no Recanto dos Pássaros.

Pode ocorrer o remanejamento das equipes para pontos diferentes dos programados, a fim de atender situações de urgência, mas posteriormente elas retornam para seguir o planejamento diário.

Na segunda-feira e terça-feira desta primeira semana de fevereiro, a ação ocorreu na região do bairro Santa Rosa, na avenida principal do Jardim Itália, no Residencial Coxipó, no Recanto dos Pássaros, no Jardim Paraná e na região do Grande CPA. Em alguns desses locais, a ação não foi concluída, e a operação tapa-buracos continua até a finalização.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, há um esforço para ampliar as equipes de tapa-buracos. Diálogos estão em andamento para formalizar esse objetivo, considerando que a demanda de buracos a serem atendidos ainda é alta.

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“Temos consciência de que ainda há muitos pontos que precisam de intervenção, e nosso compromisso é avançar com mais agilidade e eficiência, atendendo ao que a população espera da gestão”, frisou Reginaldo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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