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Estação Ipiranga será fechada por quatro dias para obras da Águas Cuiabá; trânsito será remanejado

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A Estação Ipiranga será fechada a partir deste sábado (25) para a realização de obras de drenagem na Avenida Prainha, executadas pela Concessionária Águas Cuiabá. Durante o período de interdição, que deve seguir até terça-feira (27), o transporte coletivo não irá operar no local e todo o fluxo de veículos será desviado para rotas alternativas.

Com a medida, 10 linhas municipais e cinco intermunicipais terão seus itinerários alterados desde as 5h. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública vai disponibilizar agentes de trânsito para orientar motoristas e usuários do transporte público. As obras implicam mudanças significativas no trânsito da região, exigindo atenção redobrada da população.

Os usuários da Estação Ipiranga devem ficar atentos aos novos pontos de parada durante o período de fechamento da via e da estação. O ponto de embarque provisório para as linhas 103, 106, 301, 309, 311, 313, 314, 319, 390 e 409 será na Rua 13 de Junho, onde atualmente funcionam as tendas de comerciantes ambulantes. Esses trabalhadores irão recuar temporariamente para abrir espaço aos passageiros, conforme acordado com o presidente do Sindicato dos Camelôs do Estado de Mato Grosso, Augusto Ferreira da Silva. Representantes da Secretaria Municipal de Ordem Pública também acompanharam os encaminhamentos.

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O intermunicipal 08 também passará pela Rua 13 de Junho, mas não utilizará o ponto de parada, uma vez que, pouco antes de virar nessa rua, ainda na Generoso Ponce, tem seu ponto oficial.

Para o transporte intermunicipal das linhas 17, 21, 24 e 55, não haverá mudança no ponto de ônibus, já que os veículos utilizam uma parada antes do semáforo da Estação Ipiranga, na Avenida Prainha. A alteração ocorrerá apenas na rota.

Esses ônibus intermunicipais deverão convergir à esquerda no semáforo desse ponto de embarque, conversão que atualmente é proibida, e seguir pela Rua Clóvis Hugueney até o semáforo do Hospital Santa Casa. Em seguida, acessarão a Rua Dom Aquino, em direção à Avenida 15 de Novembro, seguindo para Várzea Grande.

Passageiros que costumam embarcar no ponto próximo à Central de Regulação ou na pracinha do antigo Cridac deverão utilizar o ponto localizado na Avenida 15 de Novembro, em frente à APAE.

Alterações no trânsito

Motoristas que trafegam pela Rua Generoso Ponce, costumeiramente confundida com a Avenida Isaac Póvoas, ao chegarem ao semáforo da Praça Ipiranga, não poderão virar à direita para acessar a Avenida Tenente Coronel Duarte, Prainha, que estará interditada.

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Essa restrição vale tanto para os ônibus do transporte coletivo que passam pela Estação Ipiranga quanto para veículos particulares que acessariam a Prainha no sentido Porto.

No caso dos ônibus, o desvio será feito pela Rua 13 de Junho, uma via anterior à Prainha. Os veículos seguirão até o Hospital Geral e, em seguida, virarão à esquerda na Rua Thogo Pereira para acessar a Avenida 15 de Novembro.

Já os demais condutores poderão utilizar rotas alternativas sem a necessidade de passar pela Rua 13 de Junho. Uma das opções é cruzar a Prainha e seguir em frente pela Rua Clóvis Hugueney até o semáforo do Hospital Santa Casa, acessando a Rua Dom Aquino, à direita, no sentido do bairro Porto, Várzea Grande e outras regiões.

Outra alternativa é, no semáforo da Prainha, acessar à esquerda no sentido da Avenida do CPA.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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