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Equipe promove reunião para solucionar problemas deixados pela Intervenção no CDMIC; falta de sistema e falhas de inventário já foram constatados

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A equipe nomeada pelo prefeito Emanuel Pinheiro realizou nesta terça-feira reunião no Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos (CDMIC) visando encontrar soluções para problemas deixados pelo Gabinete de Intervenção. A Prefeitura de Cuiabá assumiu a saúde do município na segunda-feira (1).

Entre os problemas encontrados pela equipe liderada pelo especialista em Saúde, Oscarlino Alves, estão ausência do sistema LOG LAB para registro e saída de medicamentos o que é um problema para a gestão refletindo nos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), falta de empilhadeiras e pessoal qualificado para operar, falhas na realização do inventário de medicamentos, falta de pessoal especializado.

Um dos problemas mais graves, a suspensão do sistema LOG LAB, provocou problemas no fluxo de trabalho dos servidores. Informações coletadas pela equipe já denotam que a grave situação persiste há mais de 30 dias e afeta a toda a rede municipal de Saúde.

Segundo Oscarlino Alves, o trabalho da equipe designada pelo prefeito Emanuel Pinheiro preenche uma lacuna deixada pelo Gabinete de Intervenção: a falta de uma transição adequada, com diagnóstico do que é preciso avançar e quais são os problemas deixados.

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“Nesse exato momento, nós estamos fazendo um levantamento operacional, de logística, de medicamentos e de insumos”, afirmou Oscarlino. “Do jeito que a situação está é completamente impossível realizar o controle da saída de medicamentos; sem o sistema suspenso por falta de pagamento, o serviço é completamente comprometido”, completou Oscarlino.

Segundo Renaudt Tedesco de Carvalho, servidor efetivo da Prefeitura de Cuiabá e integrante da equipe provisória, será realizado um planejamento para solucionar os problemas, e o documento será entregue ao prefeito Emanuel Pinheiro.

“Fomos bem recebidos pelos servidores, todos eles éticos e técnicos nas suas falas”, afirmou Renaudt. “Não houve um plano de intervenção para entregar esse serviço; foi tudo feito de forma informal e às pressas. Não sabemos, por exemplo, por que esse sistema de informação não está funcionando, e a gente precisa agora traçar um plano de contingência e ver como vamos retomar esse serviço”, completou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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