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Bloqueio na Avenida do CPA começa neste sábado com previsão de 20 dias

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O avanço das obras do BRT em Cuiabá vai bloquear, a partir deste sábado (12) o acesso de motoristas que saem da rua Conselheiro Ênio Vieira em direção à Avenida do CPA sentido Pantanal Shopping.

A opção será virar à direita e entrar em um retorno que será oferecido provisoriamente nas proximidades do Mc Donalds.

A previsão inicial é que essa alteração no trânsito vigore por 20 dias.

Visando a segurança dos motoristas, a Secretaria de Mobilidade Urbana vai instalar um semáforo nas proximidades do local. Agentes de trânsito estão neste sábado (12), desde as primeiras horas da manhã, orientando motoristas para evitar transtornos no trânsito.

O diretor de trânsito Pedro César Gonçalves explica que o pedido de alteração da rota foi solicitado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra). “A alegação é a necessidade de uma nova etapa das obras. No sábado (12), agentes de trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana estarão no local para proceder com as orientações iniciais aos motoristas”, explica.

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O engenheiro Guilherme Fiori, funcionário do Consórcio BRT, informou que a interdição é necessária por conta da construção de dois pavimentos rígidos nos cruzamentos. “O pavimento rígido, feito de concreto, é usado para porque suporta cargas pesadas e é mais durável”, pontua.

#PraCegoVer

O texto é ilustrado com uma imagem aérea da Avenida Historiador Rubens de Mendonça, a popular Avenida do CPA. Percebe-se um canteiro de obras no meio da Avenida enquanto circulam carros nos dois lados que estão devidamente asfaltados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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