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Várzea Grande encerra Abril Laranja com feira de adoção e anuncia novas ações de proteção animal

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O encerramento da campanha Abril Laranja, voltada à prevenção de maus-tratos contra animais, reuniu moradores, voluntários e autoridades em Várzea Grande na tarde de sábado (25). A ação, considerada a primeira iniciativa estruturada do município na causa animal, contou com palestras em escolas, arrecadação de doações e terminou com uma feira de adoção, além de vacinação antirrábica.

Durante o evento, a prefeita Flávia Moretti afirmou que a campanha passa a fazer parte do calendário oficial do município e que novas ações devem ser implementadas ao longo do ano. Segundo ela, a proposta é ampliar a proteção aos animais por meio de políticas públicas permanentes. Entre as medidas previstas está o aporte de recursos para aquisição de um castramóvel, que permitirá a realização de castrações gratuitas, não só de animais de rua, mas também de pets de famílias de baixa renda.

A prefeita também destacou a importância da conscientização da população. “Não adianta apenas punir. É preciso educar, ensinar que cuidar de um animal envolve responsabilidade com alimentação, saúde e bem-estar”, disse.

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, explicou que, apesar da existência de legislação, ações práticas ainda não haviam sido realizadas no município. De acordo com ele, após firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, a prefeitura iniciou visitas a clínicas veterinárias que devem viabilizar as primeiras castrações.

A meta, segundo o secretário, é realizar cerca de 1.500 castrações ainda este ano, além da microchipagem dos animais. Ele também afirmou que há possibilidade de aquisição de um castramóvel ainda em 2026, o que deve ampliar o atendimento, especialmente em bairros mais afastados. “A ideia é estruturar uma política contínua, com novos eventos, ações de adoção e, futuramente, a criação de uma sede de bem-estar animal”, afirmou.

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Representante do projeto Pet VG, Janaína Freire avaliou a campanha como positiva, principalmente pela parceria com o poder público. Segundo ela, houve boa participação da população, com adoções e doações de ração e outros itens.

“A conscientização é fundamental. Muitas pessoas ainda não entendem a importância do cuidado com os animais. Quando levamos esse tema para as escolas, conseguimos formar uma nova geração mais consciente”, disse.

Quem adotou – A feira de adoção também rendeu histórias que mostram, na prática, o impacto da campanha. A moradora do bairro Ouro Verde, Emíly Gabriele Martinez Góes, encontrou o novo pet após vê-lo nas redes sociais.

“Eu vi ele no Instagram, no catálogo online, e quando cheguei aqui reconheci. Me encantei”, contou. Ela já tem outros dois cães — um resgatado da rua e outro adotado de uma ONG — e decidiu ampliar a família com mais um animal. “Gostei muito da campanha, é importante incentivar a adoção e cuidar melhor dos animais”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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