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UPA Cristo Rei passa por avaliação do Ministério da Saúde para renovação da qualificação

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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Cristo Rei recebeu, na tarde de sexta-feira (24), uma visita técnica de representantes do Ministério da Saúde como parte do processo de renovação da qualificação da unidade. A agenda teve como objetivo avaliar a estrutura física, os fluxos de atendimento e os serviços prestados à população.

A vistoria contou com a participação da equipe técnica do Ministério da Saúde, de representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), da superintendente da Atenção Secundária, da equipe gestora da UPA, de um auditor da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande e da médica responsável técnica da unidade. Durante a visita, os profissionais percorreram todos os setores da UPA para verificar o funcionamento dos serviços e o cumprimento dos critérios exigidos para a manutenção da qualificação.

A superintendente da Atenção Secundária, Sônia Nabarrete, destacou a importância da visita para o fortalecimento da assistência prestada à população.

“A renovação da qualificação é fundamental para garantir que a unidade continue atendendo aos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, refletindo diretamente na qualidade da assistência oferecida aos usuários do SUS. A visita também representa uma oportunidade de demonstrar o compromisso da gestão com a melhoria contínua dos serviços”, ressaltou.

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Segundo a superintendente, durante a inspeção, a equipe técnica do Ministério da Saúde fez alguns apontamentos considerados de fácil adequação. Ela explicou que as observações serão formalizadas em um relatório oficial, que será encaminhado ao Município para que os ajustes necessários sejam realizados dentro dos prazos estabelecidos.

A visita técnica integra o processo de acompanhamento e avaliação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em todo o país, com o objetivo de assegurar que os serviços mantenham os padrões de qualidade, segurança e eficiência exigidos pelo Ministério da Saúde.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Lucas do Rio Verde

Case de Lucas do Rio Verde inspira debate sobre habitação em evento que reuniu lideranças do agro em Sorriso

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Lucas do Rio Verde foi destaque no GAFFFF 2026 – Global Agrobusiness Festival Fórum e Food, realizado em Sorriso, ao apresentar, no último sábado (25), o modelo de políticas públicas habitacionais desenvolvido pela gestão municipal. Convidado para compartilhar a experiência do município durante o Painel 15 – Programa Estadual de Habitação, o prefeito Miguel Vaz mostrou como a união entre planejamento, parcerias e investimentos tem ampliado o acesso à moradia e transformado Lucas do Rio Verde em referência no estado.

O painel reuniu o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), Sílvio Rangel, o diretor-presidente da MT Participações e Projetos (MT Par), Wener Santos, o prefeito de Sorriso, Alei Fernandes, representantes da Secretaria Nacional de Habitação e lideranças do setor produtivo para discutir soluções voltadas ao desenvolvimento das cidades e à ampliação da oferta de moradias. A primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro também esteve presente.

Ao apresentar o case de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz iniciou contextualizando o acelerado crescimento do município e os desafios gerados pela intensa migração de trabalhadores. Segundo ele, entre 2000 e 2022, a população cresceu 333%, consolidando a cidade como um dos principais polos de desenvolvimento de Mato Grosso.

“Lucas do Rio Verde cresceu 333% entre 2000 e 2022. Somos uma cidade que recebe pessoas todos os dias para trabalhar e prosperar. Esse é o primeiro indicador de que o fluxo migratório é muito forte. Nosso grande desafio é garantir que esse trabalhador também tenha acesso à moradia.”
O prefeito explicou que a maior parte da população economicamente ativa possui renda de até cinco salários mínimos, cenário que exige políticas públicas capazes de reduzir a dificuldade de acesso à casa própria.

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Miguel destacou que o avanço da política habitacional só foi possível graças à atuação conjunta entre Município, Governo do Estado e Governo Federal.

“Não só o programa do Governo Federal é importante, mas o programa Ser Família Habitação, do Governo do Estado, foi determinante. O trabalhador não tem R$ 30 mil ou R$ 35 mil para dar de entrada em um imóvel. Sem essa parceria nós não teríamos avançado.”

Como diferencial da política habitacional de Lucas do Rio Verde, o prefeito apresentou a criação do Fundo Municipal de Habitação. O mecanismo permite que a Prefeitura complemente os recursos necessários para a entrada do financiamento quando o trabalhador não possui saldo suficiente no FGTS, garantindo que famílias aprovadas pela Caixa Econômica Federal consigam adquirir a casa própria.

“Nenhum trabalhador que tem o CPF aprovado deixa de entrar na casa por falta da entrada. O município complementa esse valor e viabiliza o acesso à moradia. Além disso, o Fundo Municipal também permite adquirir áreas para novos empreendimentos habitacionais em parceria com a iniciativa privada.”

Miguel Vaz também apresentou os resultados já alcançados pela gestão municipal. Entre eles estão a conclusão de 350 moradias do Vida Nova II, a implantação dos condomínios Águas do Cerrado, o programa Sonho Meu, destinado à oferta de lotes urbanizados, as unidades da Faixa Zero para famílias em situação de vulnerabilidade e o lançamento de dois mil novos imóveis no modelo horizontal.

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Ao todo, os projetos já representam 4.223 oportunidades habitacionais, entre unidades entregues, contratadas e em execução.

(Foto: Ascom Prefeitura/Carine Alves)

O prefeito anunciou ainda que novos empreendimentos já estão em andamento, incluindo mais 150 unidades da Faixa 1, dois novos condomínios com cerca de 750 moradias e outra área em fase avançada de aquisição para a construção de mais de 1.700 unidades.

Ao encerrar sua participação, Miguel Vaz reforçou que a política habitacional vai muito além da entrega de casas e representa uma estratégia de desenvolvimento social e econômico.

“Queremos chegar a pelo menos 8 mil oportunidades habitacionais em oito anos. Quando o trabalhador deixa de pagar um aluguel de R$ 1.500 ou R$ 1.800 e passa a investir na casa própria, sobra dinheiro para cuidar melhor da família, aumenta o sentimento de pertencimento ao município e cria condições para que ele se qualifique, prospere e construa seu futuro. É isso que nós queremos para Lucas do Rio Verde.”

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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