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Asfalto na Estrada Rodeio volta a ser discutido com produtores rurais

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Amanhã, a Estrada Sodema vai pautar análise

O asfalto pode também fazer parte da paisagem da Estrada Rodeio a partir do ano que vem. Mais uma vez, junto a produtores rurais, ao vereador Acácio Ambrosini e aos secretários Bruno Delgado (Administração), Ednilson Oliveira (Cidade) e Miraldo Gomes de Souza (adjunto de Fazenda), o prefeito Ari Lafin se comprometeu, com o devido aval do Legislativo Municipal, a destinar R$ 3,5 milhões para contribuir no processo de pavimentação de cinco quilômetros da via, estimado, inicialmente, entre R$ 7 milhões e R$ 8 milhões.

Na reunião, realizada no início da manhã desta quarta-feira (12 de junho), os produtores rurais também destacaram o trabalho realizado pela Secretaria de Transportes (Semtra) no local, que fez o levantamento e cascalhamento de 2,5 quilômetros da via. Segundo Luiz Carlos Rubin, um dos agricultores presentes, o serviço ficou muito bom, permitindo o tráfego seguro e rápido. “No entanto, sabemos da dificuldade de encontrar o cascalho, e o asfalto vai garantir a qualidade definitiva do trecho”.

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A partir de agora, o prefeito aguarda que os produtores, devidamente organizados em associação, tragam o projeto da pavimentação, para que o gestor possa pleitear a parceria também junto ao Governo do Estado, via Agro Estradas. Se for viabilizada a estruturação de um convênio com o Estado, aí o volume de recursos a ser destinado à empreitada pode ser reduzido, visto que, nestas situações, o ente estadual arca com 50% dos custos, e Prefeitura e agricultores com 25% cada um.

Ainda em 2021, a Estrada Rodeio ganhou uma ponte de concreto sobre o Rio Celeste, trazendo assim mais bem-estar, conforto e segurança, tanto aos produtores rurais, como a todos que pela transitam pela via, “como os alunos no ônibus escolar, os profissionais técnicos que se deslocam diariamente para fazendas, as famílias do campo que precisam vir para a cidade para uma consulta, uma compra no comércio, enfim, todos que, ou todo dia, ou de vez em quando, passam por ali”, reforçou o prefeito.

A ponte, com 25 metros de extensão por 6,3 metros de largura, foi edificada no km 27 da Estrada Rodeio e representou um investimento de R$ 776.40918 em recursos municipais. Além disso, somente com serviços de maquinários e terraplanagem foram investidos mais R$ 250 mil.

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A expectativa é que, até outubro, a Prefeitura já receba uma sinalização da Sinfra com relação à pavimentação da Rodeio, permitindo que, no período pós-eleições, o tema possa ser tratado entre os agricultores, devidamente organizados em associação, e a equipe de transição, definindo assim como se dará a continuidade do processo.

Ontem, a pavimentação de estradas vicinais foi discutido com chacareiros da região próxima à MT-560 e, amanhã, que, vem para a prosa sobre o asfalto são os representantes da Estrada Sodema.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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