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Balança comercial brasileira registra superávit de R$ 30 bilhões em Julho

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A balança comercial brasileira alcançou um superávit de R$ 30,02 bilhões nas 3 primeiras semanas de julho, a, apesar de uma queda de 8,8% em relação ao ano anterior. As exportações tiveram um crescimento de 2,0% na comparação anual, somando R$ 116,09 bilhões, enquanto as importações aumentaram 6,4%, totalizando R$ 86,10 bilhões.

A corrente de comércio, que representa a soma das exportações e importações, avançou 3,8%, atingindo R$ 202,19 bilhões, conforme divulgado hoje (22) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

No acumulado do ano até a terceira semana de julho, as exportações cresceram 1,5%, alcançando R$ 1,059 trilhão. As importações subiram 4,2%, somando R$ 791,52 bilhões. Este desempenho resultou em um superávit de R$ 268,28 bilhões, o que representa uma queda de 5,9% em relação ao mesmo período do ano passado. A corrente de comércio também registrou crescimento, com um aumento de 2,6%, totalizando R$ 1,851 trilhão.

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Apesar da redução no superávit, o desempenho das exportações demonstra a resiliência do setor comercial brasileiro, impulsionado por diversas commodities e produtos manufaturados. Já o aumento nas importações reflete uma recuperação da demanda interna, evidenciando uma retomada econômica gradual.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

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A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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