O Hospital Estadual do Alto Tapajós, inaugurado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Alta Floresta, já recebeu mais de 500 itens, entre mobiliários hospitalares e equipamentos de assistência à vida, de 16 tipos diferentes, indispensáveis para dar início ao funcionamento da unidade. Até o momento, o valor total já investido no aparelhamento alcança R$ 31.779.570.
“O Hospital Estadual do Alto Tapajós está em fase avançada de estruturação e aparelhamento, recebendo investimentos expressivos para a implantação de uma unidade hospitalar moderna, preparada para ofertar assistência de alta complexidade à população de Alta Floresta e região”, avaliou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.
A unidade foi idealizada para substituir a estrutura do Hospital Regional de Alta Floresta, que funciona em um local cedido pela Prefeitura do município. No momento, as equipes trabalham no processo de transferência dos serviços, com previsão de que os atendimentos comecem em julho. A ativação do novo hospital será feita de forma gradual.
Na quinta-feira da semana passada (11.6), foram entregues à unidade a ressonância magnética e o sistema de angiografia/hemodinâmica, equipamentos de alta tecnologia que, juntos, representam um investimento de R$ 15.128.000.
Segundo a secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Mara Penha, a aquisição da ressonância magnética de última geração permitirá a realização de exames de elevada precisão diagnóstica, contribuindo significativamente para a identificação precoce de diversas patologias e para a definição de condutas terapêuticas mais assertivas.
“Já o sistema de hemodinâmica representa um importante avanço, pois possibilitará a realização de procedimentos minimamente invasivos voltados ao diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares, neurológicas e vasculares, reduzindo a necessidade de deslocamento de pacientes para outros centros de referência. Esta é uma tecnologia inédita na região, ampliando o acesso da população a procedimentos especializados de alta complexidade”, explicou.
Além dos itens que já chegaram, existem atualmente sete processos de aquisição concluídos, cujos equipamentos serão entregues em breve à unidade hospitalar.
“Importante destacar ainda que o processo de estruturação tecnológica da unidade segue em andamento, permanecendo em curso aquisições necessárias para a completa implantação dos serviços previstos. Os equipamentos que ainda estão em fase de finalização processual representam um investimento adicional estimado em R$ 69.687.547, reforçando o compromisso com a entrega de uma unidade hospitalar plenamente equipada”, concluiu.
Entre os equipamentos já com processos finalizados ou em fase avançada de aquisição, destaca-se o tomógrafo computadorizado, equipamento essencial para o atendimento de urgência, emergência e diagnóstico especializado, ampliando a capacidade assistencial da unidade e fortalecendo a rede regional de saúde.
Saiba mais sobre a unidade
O Hospital Estadual do Alto Tapajós terá um parque tecnológico moderno, composto por equipamentos de ponta e alinhado aos mais elevados padrões de assistência hospitalar, consolidando-se como referência regional para atendimento de média e alta complexidade na região.
A estrutura conta com 18 mil m² de área construída. Serão, ao todo, 162 leitos, sendo 40 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) – 20 para adultos, 10 de UTI pediátrica e 10 de UCI pediátrica.
Dentre as especialidades previstas para a unidade, estão: oncologia, cardiologia intervencionista, ortopedia, cirurgia geral, pediatria clínica e cirúrgica, urgência e emergência, neurologia e neurocirurgia.
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), realizou na manhã desta sexta-feira (19.6) a incineração de aproximadamente três toneladas de entorpecentes apreendidos em ações das forças de segurança no Estado.
A destruição das drogas, realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), ocorreu na fornalha de uma empresa localizada no Distrito Industrial, em Cuiabá, e contou com a presença de representantes dos órgãos fiscalizadores, conforme prevê a legislação.
Entre os entorpecentes destruídos estavam maconha, pasta base de cocaína, cloridrato de cocaína e drogas sintéticas. O grande volume é resultado de apreensões realizadas em operações e ações desenvolvidas pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, que deram origem a diversos inquéritos policiais e procedimentos investigativos.
A nova incineração reforça o trabalho contínuo das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e à atuação de facções criminosas em Mato Grosso. Neste ano, a Denarc já realizou outras destruições de grandes volumes de entorpecentes, evidenciando os resultados obtidos com as ações integradas de repressão ao narcotráfico.
O delegado titular da Denarc, Wilson Cibulski Júnior, destacou que a expressiva quantidade de drogas destruídas é reflexo das apreensões realizadas pelas forças de segurança em todo o Estado.
“A incineração dessas três toneladas de entorpecentes demonstra a efetividade do trabalho desenvolvido pelas forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas. São apreensões decorrentes de diversas operações da Denarc, de unidades da Polícia Civil e também das demais instituições parceiras, que atuam de forma integrada para retirar essas substâncias ilícitas de circulação”, ressaltou o delegado.
A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Operação Pharus, inserida no programa Tolerância Zero, do Governo do Estado, que intensificou o combate às facções criminosas e ao tráfico de drogas em todas as regiões mato-grossenses.
Renarc
A incineração faz parte da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas de combate às drogas de todo o país e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com o objetivo de traçar estratégias integradas de enfrentamento ao narcotráfico.
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