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Unemat conquista 21 medalhas no Meeting Paralímpico e protagoniza pódio inédito no tiro com arco

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O Centro de Referência Paralímpico da Universidade do Estado de Mato Grosso (CRP-Unemat) conquistou 21 medalhas no Meeting Paralímpico Loterias Caixa e dominou o primeiro pódio da história do tiro com arco paralímpico do Estado. As competições, que abriram o calendário oficial das modalidades, foram realizadas no dia 23 de maio, em Cuiabá.

O 1º Encontro de Tiro com Arco Paralímpico de Mato Grosso marcou o nascimento oficial da modalidade de forma organizada no Estado, reunindo os centros de referência da Unemat e da Capital.

A disputa pelo título foi decidida na “flecha de ouro” e terminou com o pódio integralmente ocupado por atletas do CRP-Unemat: Neuzeli Mendes Barbalho: Campeã, Ricardo Costa Pereira Marta: 2º lugar e Daniel da Silva: 3º lugar.

A campeã Neuzeli destacou o valor da experiência para além do resultado. “Estou muito feliz pelo resultado e pela participação”, afirmou a atleta, ressaltando que o torneio serviu para entender a dinâmica emocional das competições e planejar a preparação para os próximos desafios.

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Recorde na abertura do atletismo

Na pista, a delegação do CRP-Unemat encerrou a etapa do Meeting Paralímpico com 12 medalhas de ouro, 6 de prata e 3 de bronze. O evento serve como preparação estratégica para as etapas e torneios nacionais da temporada.

Para o coordenador do Centro de Investigação em Pedagogia do Esporte e Educação Física (Cipeef), professor Riller Reverdito, o protagonismo da instituição consolida o papel da universidade pública.

“Ver a universidade liderando três modalidades simultaneamente em um único fim de semana prova que nossa estruturação e apoio institucional estão gerando oportunidades transformadoras para o esporte mato-grossense”, afirmou Reverdito considerando os resultados obtidos também na 2ª Etapa do Circuito Mato-Grossense Interclubes de Badminton, em Juruena, e na seletiva municipal de atletismo, em Cáceres.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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