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Musicalização na educação tem se tornado ferramenta poderosa para o desenvolvimento Infantil

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A música é considerada uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento da criança e sua formação integral.

A rede municipal de ensino tem investido na formação de professores para fortalecer a musicalização nas escolas. Com o objetivo de promover o desenvolvimento integral das crianças, a iniciativa reúne profissionais da educação infantil para aprimorar práticas pedagógicas utilizando a música como ferramenta de aprendizagem.

Atualmente, a rede conta com 17 professoras dedicadas à musicalização. A capacitação, realizada pelo Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação (Cemfor), busca demonstrar que o trabalho com música não exige formação específica em música por parte dos docentes, mas sim intencionalidade pedagógica. A prática desenvolve habilidades essenciais, como linguagem, oralidade, escrita e leitura, além de auxiliar na socialização e no desenvolvimento emocional dos alunos.

A professora Natália Bertele, que atua como musicalizadora, destaca o impacto dessa abordagem no ambiente escolar. Segundo ela, a música permite que as crianças explorem sons, criem, experimentem, se expressem e aprendam de forma significativa.

“A música é uma das ferramentas mais poderosas no desenvolvimento da criança. Ela não se desenvolve apenas de uma forma, mas atua na parte emocional, ajudando a acalmar e a interagir. Além disso, fomenta o prazer pela leitura e pelo desenvolvimento interpessoal, organizando o pensamento e as ações, por meio de conceitos como lateralidade, cores, vogais e letras de forma lúdica e eficaz”, explica.

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A formação é vista como um passo fundamental para oferecer mais recursos pedagógicos, valorizando o trabalho árduo realizado nas salas de aula. Os resultados práticos dessa abordagem já são percebidos por quem vivencia o dia a dia nas escolas, como no caso de Rosenilda dos Santos, professora do maternal no Cemeis Antonio Capellari, que relata a recepção positiva por parte dos alunos.

“As crianças têm aceitado muito bem essa nova proposta e ficam muito empolgadas durante a atividade. Na hora que a gente entra, começa a cantar e interagir com eles, vemos a diferença no olhar, no comportamento e na forma de interagir em sala de aula”, afirma.

Rose também compartilha sua experiência pessoal com a música, destacando como o incentivo desde a infância pode transformar trajetórias. Seu filho, que iniciou em uma escola de música aos seis anos, hoje atua como músico na região, demonstrando os benefícios de longo prazo da musicalização. “Foi muito importante na minha família e estou muito feliz com essa iniciativa para os nossos alunos que pode despertar o surgimento de grandes profissionais a partir dessa iniciativa”, conclui.

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A musicalização integra a formação obrigatória das crianças na educação básica, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que identifica a música como uma linguagem essencial para o desenvolvimento humano, posicionando-a não como atividade complementar, mas como componente fundamental do processo educativo.

Segundo Natália, quando trabalhada de forma intencional, a musicalização contribui diretamente para a aprendizagem, a socialização e o desenvolvimento emocional.

“Essa abordagem vai além de momentos livres, recursos para acalmar ou simples intervalos na rotina escolar. A música, quando planejada com propósito pedagógico, torna-se uma ferramenta transformadora”, conclui.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Prefeitura dá início à terceira rodada da coleta de resíduos sólidos

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Parceria da população é fundamental para manter a limpeza urbana

Jogar lixo em locais públicos é crime ambiental com base na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), especificamente o Art. 54, que prevê reclusão de um a quatro anos e multa para quem causar poluição que possa causar danos à saúde humana.

Isso mesmo: colocar resíduos (seja lixo, folhas ou recicláveis) em locais inadequados pode doer no bolso. Pois é, o chamado “descarte irregular de resíduos” pode render, no mínimo uma multa de 30 VRFs (Valor de Referência Fiscal), o que corresponde a R$ 3.721,50.

Na semana passada, mais um exemplo de irresponsabilidade no descarte de resíduos foi flagrado no Bairro Serra Dourada. Uma equipe do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) compareceu ao local para identificar e responsabilizar os responsáveis – ou melhor, irresponsáveis – pelo ato.

Para além desta ação, equipes da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), também terão de interromper a rotina de trabalho para fazer a coleta e a destinação correta de resíduos. “Nós temos um calendário de coleta de resíduos sólidos que está acessível a toda a população e deve ser cumprido, dado que não é somente uma questão de limpeza urbana, mas igualmente de saúde pública”, afirma o titular da pasta, Milton Geller.

Inclusive, a partir da próxima semana (22 de junho), tem início a terceira rodada da coleta de resíduos sólidos. “Nossas equipes já passaram por duas vezes em todos os oito setores em que a cidade está organizada e agora, seguimos contando com o apoio da comunidade para colocar os resíduos para coleta no período correto, uma semana antes de as equipes passarem para o recolhimento”, completa o secretário.

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Arquivo digital

Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.

Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.

Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:

O que é recolhido?

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

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Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.

Confira aqui como funciona cada coleta:

Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:

Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo em si, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Dúvidas

Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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