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Investimentos do Governo de MT ampliam e modernizam escolas estaduais em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso investiu, em sete anos, em infraestrutura e recursos pedagógicos em escolas estaduais de Cuiabá. Desde 2019, foram entregues sete escolas novas, sendo quatro no modelo Colégio Estadual Integrado (CEI). Outras 25 unidades foram totalmente reformadas. O investimento total ultrapassa R$ 240 milhões.

Os investimentos do Governo, realizados por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), vêm fortalecendo a rede estadual com melhorias na infraestrutura escolar e no trabalho pedagógico, o que se reflete diretamente no ensino, na aprendizagem e na qualidade de vida dos estudantes e profissionais da educação.

Atualmente, 5 escolas estão em obras, e uma quadra poliesportiva está em construção na Escola Estadual Antônio Cesário de Figueiredo Neto. No mobiliário, as escolas estaduais e municipais receberam mais de 50 mil itens, totalizando R$ 75 milhões. Até o final de 2026, o investimento previsto será de R$ 195 milhões.

Além dos quatro CEIs já entregues, Victorino Monteiro, Prof. João Crisóstomo de Figueiredo, Mário de Castro e Malik Didier, outras sete unidades estão sendo reconstruídas no modelo CEI com aporte de mais de R$ 154 milhões. Os bairros contemplados incluem Jardim Industriário, Nico Baracat e Paiaguás, além das escolas Heliodoro Capistrano, Zélia Costa, Santos Dumont e José de Mesquita.

Nas unidades escolares construídas ou modernizadas, os avanços podem ser percebidos em ambientes mais organizados, acolhedores e adequados ao dia a dia. Salas revitalizadas, espaços mais confortáveis, melhor estrutura para professores e estudantes, além do reforço das ações pedagógicas, têm contribuído para tornar a escola um ambiente mais favorável ao aprendizado e à convivência.

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Na Escola Estadual Historiador Rubens de Mendonça, essas mudanças já fazem parte da rotina e são sentidas por quem vive diariamente o ambiente escolar. Para a direção, os investimentos representam mais do que apenas melhorias físicas. Eles ajudam a fortalecer o sentimento de pertencimento, elevam a autoestima da comunidade escolar e criam melhores condições para o desenvolvimento do trabalho pedagógico.

A escola, que tem capacidade para atender 385 alunos por turno, recebeu um aporte de R$ 11,8 milhões e conta agora com 11 salas de aula, refeitório, vestiários, bloco administrativo, quadra poliesportiva e novas áreas de convivência. A nova estrutura foi aprovada pela direção da unidade, pelos estudantes e professores, que apontam mudanças positivas no dia a dia da comunidade escolar.

O diretor Hugo Honório destaca que a nova estrutura representa o cumprimento de um sonho coletivo da comunidade escolar.

“É uma conquista que impacta diretamente o ensino, a aprendizagem e o bem-estar de todos que vivem a escola todos os dias. Quando oferecemos um ambiente digno, moderno e acolhedor, mostramos aos nossos estudantes que eles são prioridade”.

Na avaliação da coordenadora pedagógica, Letícia Ceron, a escola está mais estruturada e contribui diretamente para o processo de ensino e aprendizagem.

“Quando o estudante encontra um ambiente acolhedor, organizado e preparado para recebê-lo, a participação nas atividades cresce, o interesse pelos estudos aumenta e o acompanhamento pedagógico se torna mais eficiente”.


Professor de Matemática, Jucivaldo da Silva Correa

Para o professor de Matemática, Jucivaldo da Silva Correa, as melhorias também têm impacto prático no cotidiano da sala de aula.

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“Um ambiente mais adequado favorece a concentração dos alunos, melhora a dinâmica das aulas e proporciona melhores condições para o desenvolvimento das atividades pedagógicas. Com mais conforto e organização, o trabalho docente ganha em qualidade e os estudantes respondem com mais envolvimento”, avalia.

Entre os estudantes, a transformação é percebida na vivência diária. Com uma escola melhor cuidada, o ambiente se torna mais agradável para estudar, conviver e construir projetos de futuro. O reflexo se manifesta tanto na motivação para frequentar as aulas quanto na relação com professores, colegas e demais profissionais da unidade.

Ludmila Cristina Lima, 13 anos, do 8º ano, disse que a escola está mais bonita e mais organizada, o que faz diferença no nosso dia a dia. “A gente chega com mais vontade de ficar, de estudar e de participar das atividades. Quando o ambiente é bem cuidado, a gente se sente mais valorizado, e isso dá mais ânimo para aprender”.


Juli e Ludmila, alunas do 8º ano

Já para a colega de sala, Juli Rebeca, de 13 anos, com a escola melhorada, a convivência também fica mais leve e acolhedora. “A gente se sente mais confortável, mais feliz e até mais confiante para pensar no futuro. Estar em um lugar assim faz a gente acreditar que pode sonhar mais alto e construir um caminho melhor por meio dos estudos”.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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