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Zuquim participa de encontro no STF que debate o futuro da Justiça brasileira

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O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, participou do encontro de presidentes dos tribunais de todo o país, no Supremo Tribunal Federal (STF). Realizado nesta terça-feira (10), o evento reuniu presidentes dos Tribunais Superiores e de Segunda Instância para debater sobre temas relacionados ao futuro do Poder Judiciário.
O encontro contou ainda com a assinatura de um termo de cooperação técnica visando a construção conjunta de uma Justiça cada vez mais moderna, transparente, eficiente e que garanta igualdade perante a lei. O debate entre os magistrados abordou pautas importantes para a sociedade como compromisso permanente com a inclusão e justiça social e observância estrita da Constituição Federal.
“Esse encontro é essencial para pensarmos o futuro do Poder Judiciário e os desafios que precisamos superar para atender as demandas da sociedade. Precisamos avançar continuamente para oferecer uma Justiça mais acessível, transparente e que atenda, com responsabilidade social, todos os cidadãos”, afirmou Zuquim.
Segundo o STF, o Judiciário brasileiro é responsável atualmente por administrar um acervo de mais de 75 milhões de processos pendentes em todo o país. Nesse contexto, o encontro e o termo de cooperação são apontados como ações estratégicas para debater e compartilhar soluções que ajudem a aprimorar a atividade processual e fortalecer a confiança pública.
“A Justiça tem um papel essencial para a sociedade, pois é por meio dela que garantimos a proteção dos direitos e a promoção da equidade social. Nosso compromisso é trabalhar para que o Judiciário esteja cada vez mais próximo da população e seja capaz de oferecer respostas rápidas e efetivas”, completou o presidente do TJMT.
Em discurso para a magistratura, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que o encontro busca contribuir para o planejamento do Judiciário brasileiro no século XXI. De acordo com ele, pesquisas indicam que a sociedade brasileira espera do Judiciário três compromissos centrais: maior celeridade na prestação jurisdicional, igualdade perante a lei e transparência institucional.
Fachin também convocou magistrados e magistradas a atuarem como exemplo para as novas gerações da magistratura e a manterem o compromisso com os valores constitucionais. “Os tempos não são fáceis. Mas encontros como este renovam a esperança de que estejamos, juntos, sempre à altura da promessa constituinte e da regra da legalidade constitucional”, concluiu.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Gustavo Moreno/STF

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Novo provimento regulamenta cadastro de advogados dativos em Mato Grosso

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) publicou o Provimento nº 11/2026, que estabelece novas regras para o cadastro, a nomeação e a definição de honorários de advogados dativos no estado. A medida busca garantir mais transparência, organização e critérios objetivos na atuação desses profissionais, que prestam assistência jurídica gratuita à população quando não há atendimento disponível pela Defensoria Pública.

O normativo foi editado pela Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) e altera dispositivos do Código de Normas Gerais do Foro Judicial. Entre as mudanças, estão regras para inscrição dos profissionais interessados em atuar como advogados dativos, critérios para nomeação pelos magistrados e parâmetros para fixação e divulgação dos honorários pagos pelos serviços prestados.

De acordo com o provimento, enquanto não for implantado um cadastro unificado pelo Tribunal de Justiça, o registro dos advogados continuará sendo feito pelas diretorias dos fóruns, mediante apresentação de documentos como carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), certidão de regularidade profissional, declaração de ausência de impedimentos e indicação das áreas de atuação.

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A norma também prevê que as nomeações deverão seguir critérios de impessoalidade, alternância entre profissionais e preferência para atuação na mesma localidade do processo. Além disso, fica proibida a designação de parentes de magistrados responsáveis pelos processos.

Outro ponto regulamentado é a atuação dos advogados dativos apenas em unidades judiciárias sem atendimento da Defensoria Pública ou em situações em que o órgão informar formalmente não ter condições de prestar assistência.

O provimento ainda estabelece critérios para definição dos honorários, levando em consideração fatores como complexidade da causa, trabalho realizado, tempo de tramitação e importância da demanda. Nos casos em que houver substituição do profissional durante o processo, o pagamento deverá ser proporcional às atividades efetivamente executadas.

A nova regulamentação também determina maior controle e transparência sobre os valores pagos. Sempre que houver expedição de alvará para pagamento de honorários, o magistrado deverá preencher formulário eletrônico com informações sobre o advogado nomeado, número do processo e valor pago.

Segundo o texto, as medidas seguem diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para ampliar o controle e a transparência na nomeação e remuneração de advogados dativos em todo o país.

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O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) do dia 05 de maio, na página 3.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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