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Nova composição do Comitê de Saúde reúne magistrados e especialistas em Mato Grosso

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A composição do Comitê Estadual de Saúde do Poder Judiciário de Mato Grosso foi atualizada pela Portaria nº 374/2026, publicada pela Presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O colegiado, que já atua no acompanhamento das demandas judiciais relacionadas à saúde, passa a contar com novos integrantes e segue sob a coordenação do desembargador José Luiz Leite Lindote.

Além do coordenador, o Comitê reúne representantes do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, advocacia, órgãos públicos e profissionais da área médica. Veja a nova composição:

· Guilherme Antonio Maluf, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT);

· Agamenon Alcântara Moreno Junior, juiz de Direito da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande;

· Gerardo Humberto Alves da Silva Junior, juiz coordenador do Núcleo de Apoio Técnico do Judiciário;

· Antônio Veloso Peleja Junior, juiz de Direito;

· Ramon Fagundes Botelho, juiz de Direito;

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· Ciro José de Andrade Arapiraca, juiz Federal;

· Milton Mattos da Silveira Neto, promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE-MT);

· Fábio Barbosa, defensor público;

· Mateus Araújo Molina, procurador do Estado de Mato Grosso;

· Bianca Botter Zanardi, procuradora do Município de Cuiabá;

· Juliano Fabrício de Souza, procurador do Município de Várzea Grande;

· Rosane Costa Itacaramby, procuradora do Município de Chapada dos Guimarães;

· Priscila Mendonça de Aguilar Arruda, advogada indicada pela Ordem dos Advogados do Brasil seccional de Mato Grosso (OAB-MT);

· Ângelo Lobato C. Tonussi, médico integrante do Núcleo de Apoio Técnico do Judiciário;

· Norma Carolina Knaul Albuquerque Siqueira, coordenadora Administrativa do Núcleo.

O Comitê Estadual de Saúde integra o Fórum Nacional da Saúde e tem como função acompanhar processos relacionados ao sistema de saúde, estimular soluções para reduzir conflitos judiciais e apoiar magistrados com informações técnicas qualificadas.

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Entre suas atribuições estão a análise de demandas judiciais, a promoção do diálogo entre instituições e apoio técnico aos tribunais na formulação de estratégias relacionadas ao direito à saúde.

O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) da última sexta-feira (6 de março), na página 6.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de Mato Grosso e CNJ capacitam magistrados e servidores na Plataforma Socioeducativa

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Teve início nesta quarta-feira (20) o Curso de Implementação e Operacionalização da Plataforma Socioeducativa (PSE) no Poder Judiciário de Mato Grosso, com o objetivo de capacitar magistrados (as), assessores (as) e gestores (as) das Varas Especializadas da Infância e Juventude e com competências mistas no novo sistema de informações, que substitui o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL).

A iniciativa está alinhada a diretriz do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e será realizada pela Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT) e pela Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso. Com formato semipresencial, o primeiro dia de curso contou com palestras e aula prática presenciais. Nesta quinta e sexta-feira (21 e 22), as aulas práticas seguem de forma on-line.

Durante a abertura do curso, o diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Márcio Vidal destacou a satisfação em receber a equipe do CNJ para capacitar magistrados e servidores na Plataforma Socioeducativa. “Nosso cotidiano é na plataforma digital, então, esse é mais um ganho, mais um passo que é dado pelo Poder Judiciário em busca de uma otimização do sistema socioeducativo, por via dessa nova plataforma digital”, disse.

O coordenador-adjunto do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do CNJ, desembargador Ruy Muggiati, explica que a Plataforma Socioeducativa unifica todos os processos de execução de medida socioeducativa com procedimentos uniformizados e com todos os dados dentro de um banco nacional. “Isso faz com que eles possam ser tratados, analisados e passem a servir como base para as ações necessárias, que são desenvolvidas no âmbito de políticas públicas para o atendimento de direitos da população juvenil”, afirma.

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Além disso, conforme o representante do CNJ, com essa integração dos processos a Plataforma Socioeducativa proporciona um ganho em organização e cruzamento de dados, “possibilitando que sejam feitas as correções necessárias, as duplicidades vão ser rapidamente encontradas e isso vai trazer maior transparência e maior segurança para o sistema socioeducativo. E tudo isso vem em benefício das pessoas que constituem o público-alvo, que são os próprios adolescentes e as adolescentes desse sistema”.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso é o oitavo do país a ser contemplado pelo CNJ com a implantação da Plataforma Socioeducativa.

Conforme o desembargador Orlando de Almeida Perri, supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Poder Judiciário (GMF-MT), o sistema atualmente utilizado é muito antigo e fragmentado. “Agora o CNJ, procurando unificar todo o sistema socioeducativo no país, criou essa plataforma, inclusive para a melhor confiabilidade dos dados. Nós, por exemplo, temos que implantar a Central de Regulação de Vagas e isso só é possível através de um sistema como esta plataforma que está sendo implantada”, comenta.

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A juíza coordenadora do Eixo Socioeducativo do GMF-MT, Leilamar Rodrigues, destaca o Curso de Implementação e Operacionalização da Plataforma Socioeducativa como um momento decisivo. “Nós temos uma expectativa muito grande quanto a essa plataforma porque ela está acoplada ao PJE e nos ajudará a dimensionar melhor o nosso trabalho no cumprimento das medidas socioeducativas. Vamos poder trabalhar tanto o processo de conhecimento, quanto o processo de execução dentro dessa plataforma”, afirma.

A magistrada aponta ainda para a importância da automação de muitas tarefas que, no antigo sistema, eram feitas de forma manual. “A Plataforma Socioeducativa vai trazer muitos dados, muitos alertas quanto aos prazos de cumprimento de internação provisória, por exemplo, que é de 45 dias e que não pode ser ultrapassado. Então, vai melhorar muito. Com certeza, a plataforma será um avanço muito grande para o sistema socioeducativo”, avalia.

Autor: Celly Silva

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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