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Aula inaugural marca início da formação gratuita em patrimônio cultural

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A aula inaugural do curso de Educação Patrimonial “Conhecer para Preservar”, nesta sexta-feira (6.2), no Cine teatro Cuiabá, marcou o início da formação, que será oferecida gratuitamente de maneira híbrida (presencial e online) a 290 inscritos aprovados.

Com carga horária de 180 horas e certificação pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o curso é uma das atividades previstas no edital “Ações Formativas em Patrimônio Histórico e Museológico”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), pela Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).

Além de assegurar as 40 vagas previstas em edital na modalidade presencial, houve a ampliação da oferta inicial na modalidade Educação à Distância (EaD) de 120 vagas para 250 vagas, a fim de contemplar todos os alunos habilitados.

Dividido em seis módulos, o curso abrange aulas teóricas e práticas, nas modalidades presencial e online. O cronograma presencial conta com visitas técnicas em espaços culturais de Cuiabá e região metropolitana e uma saída de campo para mapeamento e reconhecimento de patrimônios culturais locais.

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Entre os temas a serem abordados estão educação patrimonial, museologia, turismo, sustentabilidade e meio ambiente, memória social, políticas públicas de cultura, diversidade cultural e patrimônio histórico.

Outro destaque da iniciativa é a oferta bolsas de ajuda de custo a participantes que moram no interior de Mato Grosso. As bolsas têm como finalidade custear deslocamento, alimentação e permanência durante os encontros presenciais realizados em Cuiabá, incentivando a formação de multiplicadores em várias regiões do Estado.

Com transmissão online, a programação da aula inaugural contou com as disciplinas iniciais do curso, ministradas pelo superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da Secel, Robinson de Carvalho Araújo, além da superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-MT), Ana Joaquina da Cruz Oliveira, e da diretora da Organização da Sociedade Civil Ação Cultural, Viviene Lozi.

Também prestigiaram a abertura da formação o secretário adjunto de Cultura da Secel, Jan Moura, e os representantes da Unemat, professores Renato Fonseca e Sandra Neves.

O curso de Educação Patrimonial “Conhecer para Preservar” prossegue até 10 de abril, realizado pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação Cultural, que foi selecionada no edital. A Unemat, Iphan-MT, e o Conselho Estadual de Cultura de Mato Grosso são parceiros na iniciativa.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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