MATO GROSSO

Mapeamento da Defesa Civil estadual identifica áreas de risco em Colíder

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A Defesa Civil de Mato Grosso realizou, entre os dias 9 e 13 de fevereiro, o mapeamento técnico das áreas de risco no município de Colíder (a 640 km de Cuiabá).

A ação, realizada em parceria com a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, buscou identificar as áreas mais vulneráveis a desastres naturais, como enchentes, deslizamentos e inundações, e subsidiar o planejamento de ações preventivas e melhorias na drenagem urbana.

O trabalho de mapeamento de áreas de risco contou com vistorias técnicas, entrevistas com moradores e análises das condições geológicas e hidrológicas da região, realizadas com apoio de tecnologias como imagens de satélite, drones e sistemas georreferenciados.

Os agentes também avaliaram a capacidade de resposta do município em caso de emergências e desastres.

Ao todo foram mapeados oito setores com algum tipo de vulnerabilidade, envolvendo principalmente erosão, alagamentos, inundações e movimentação de massa.

As informações levantadas vão auxiliar o município para adoção de medidas de prevenção, fortalecendo a gestão de riscos e reduzindo os impactos à população durante períodos de chuvas intensas.

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Rede de proteção e defesa civil

Colíder foi o segundo município a contar com a Defesa Civil de Mato Grosso para o mapeamento de áreas de risco em 2026. No mês de janeiro, a atividade também foi realizada em São Pedro da Cipa.

A iniciativa faz parte do planejamento estratégico da Defesa Civil de Mato Grosso para fortalecer a rede estadual de proteção e defesa civil. Em 2025, pelo menos 15 municípios contaram com o apoio do Estado para o mapeamentos das áreas vulneráveis.

Os municípios também estão sendo orientados a construir o Plano de Contingência municipal, fundamental para prevenir desastres e dar respostas rápidas em caso de emergências.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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