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Polícia Civil prende em Cuiabá autor de furtos em Sinop que causaram mais de R$ 30 mil em prejuízo às vítimas

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Um criminoso envolvido em diversos furtos na região norte de Mato Grosso, dentre eles de uma carga de salmão que foram oferecidos em restaurantes de Cuiabá, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quarta-feira (29.1), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Sinop.

O criminoso estava com o mandado de prisão decretado pela Justiça, sendo apontado como autor de, pelo menos, três furtos ocorridos em Sinop, com prejuízo de mais de R$ 30 mil às vítimas. A captura do suspeito foi realizada em Cuiabá.

Dentre os crimes praticados pelo investigado estão o furto de motos elétricas (scooter), o furto de um carregamento de salmão com alto valor comercial e o furto de um veículo de carga tipo reboque.

Destinação dos bens furtados

As investigações realizadas pela Derf de Sinop, com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional, apontaram que no caso do furto da carga de salmão, criminosos furtaram previamente um reboque, utilizado para o transporte da mercadoria, e em seguida arrombaram o baú do caminhão, subtraindo dez caixas do produto.

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Posteriormente, a mercadoria foi levada para Cuiabá com a finalidade de revenda, inclusive com indícios de oferta do produto a restaurantes da capital. Parte da carga chegou a ser recuperada em ação policial realizada em Cuiabá.

Já em relação aos furtos de motos elétricas, apurou-se que os veículos foram colocados na carroceria de uma caminhonete com placa adulterada e transportados para a região metropolitana de Cuiabá.

Prisão

Após levantamentos que indicaram que o investigado estaria foragido na capital do Estado, os policiais da Derf se deslocaram de Sinop até Cuiabá, onde localizou o suspeito em uma residência situada no bairro Novo Terceiro, onde foi dado cumprimento ao mandado de prisão preventiva.

Segundo o delegado da Derf de Sinop, Thiago Berger, responsável pelas investigações, a prisão é resultado de trabalho investigativo contínuo, com análise de imagens, cruzamento de dados e cooperação entre unidades.

“A prisão do criminoso reforça o compromisso institucional no combate aos crimes patrimoniais e na responsabilização de autores que atuam de forma itinerante entre os municípios”, disse o delegado

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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