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Polícia Civil prende homem que roubou celular e ameaçou vítima em Várzea Grande

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O autor de um roubo contra uma mulher ocorrido em frente a uma empresa de transporte em Várzea Grande foi identificado e preso pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (15.1), em ação dos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da cidade (Derf-VG).

O suspeito, de 19 anos, subtraiu o aparelho celular da vítima e posteriormente ameaçou que estaria em posse de arma de fogo para evitar ser perseguido. Após ser localizado e preso, ele foi autuado em flagrante por roubo impróprio.

O crime ocorreu por volta das 15 horas, quando a vítima estava em frente a empresa e o suspeito se aproximou em uma motocicleta. O celular estava no bolso da mulher.

A vítima passou a perseguir o suspeito, na tentativa de recuperar o aparelho, momento em que ele parou a motocicleta e a ameaçou, fazendo gestos como se fosse pegar uma arma na cintura. Diante da possibilidade do suspeito estar armado, a vítima se sentiu intimidade e deixou de persegui-lo, sendo consumado o roubo, mediante grave ameaça.

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Assim que tomou conhecimento dos fatos, os policiais da Derf-VG iniciaram as diligências, primeiramente conseguindo identificar o veículo utilizado pelo criminoso e posteriormente chegando ao seu paradeiro.

Questionado, o suspeito confessou a prática do crime e revelou que vendeu o aparelho pelo valor de R$ 300. Diante dos fatos, ele foi conduzido à Derf-VG e após ser interrogado pelo delegado Sérgio Luís Henrique de Almeida foi autuado em flagrante, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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