MATO GROSSO

Hospital Central do Estado terá equipamentos de ponta para atendimento da população

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O Hospital Central do Estado de Mato Grosso vai contar com equipamentos de última geração para tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroencefalografia e sistema robótico para cirurgias minimamente invasivas. A nova unidade, que será inaugurada nesta sexta-feira (19.12), também terá sala cirúrgica híbrida com aparelho de hemodinâmica para diagnóstico.

“Esses são alguns dos grandes diferenciais que temos no Hospital Central. Pensamos no que há de mais moderno em tecnologia na área da saúde, por determinação do governador Mauro Mendes, para que a população receba o que há de melhor em assistência de alta complexidade. Tudo isso em uma unidade pública, 100% gratuita”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A unidade conta ainda com sistema completo de endoscopia flexível, que permite o diagnóstico e o tratamento de diversas doenças em áreas como o trato gastrointestinal, respiratório e urinário, através de procedimentos minimamente invasivos, e realiza biópsias e pequenas cirurgias, como a remoção de pólipos, sem a necessidade de grandes incisões.

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O hospital já recebeu o equipamento de sistema robótico Da Vinci XI, que possibilitará a realização de procedimentos de robótica em cirurgia geral, coloproctologia, aparelho digestivo, urologia, cirurgia oncológica, ginecologia e cirurgia pediátrica, com mais precisão e uma recuperação mais rápida para o paciente.

A disponibilização desta tecnologia de ponta é resultado de um investimento de R$ 8,1 milhões, feito em parceria com o Einstein Hospital Israelita, que busca garantir de forma totalmente gratuita os padrões de qualidade oferecidos em suas unidades.

A unidade também oferece a Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), suporte à vida para pessoas com doenças ou lesões com risco de vida que afetam a função do coração ou dos pulmões, mantendo o sangue circulando pelo corpo e os gases sanguíneos (oxigênio e dióxido de carbono) em equilíbrio.

Segundo a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação, Mayara Galvão, a unidade também tem um heliponto para facilitar o acesso de pacientes resgatados em situações mais graves, reduzindo o tempo de resposta e aumentando significativamente as chances de sobrevivência.

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“A instalação de um heliponto em um hospital público estadual representa um avanço estratégico na prestação de serviços de saúde, especialmente no que se refere ao atendimento de urgências e emergências”, afirmou.

O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), em parceria com a SES e o Corpo de Bombeiros, realizou diversos testes na plataforma para os pilotos conhecerem a estrutura para fazer a aproximação e o pouso de forma correta.

Crédito: Antonio Pinheiro | Secom-MT

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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