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Indicação de Botelho impulsiona construção da nova Orla de Santo Antônio

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A construção da nova Orla de Santo Antônio de Leverger avança graças à indicação do deputado estadual Eduardo Botelho (União), atendendo a um antigo pedido da população e garantindo a destinação de recursos para transformar a área às margens do Rio Cuiabá. Com mais de 80% das obras concluídas e investimento superior a R$ 12 milhões, o projeto do Governo do Estado já começa a mudar a paisagem da região pantaneira e tem previsão de entrega ainda este ano.

Fruto dessa iniciativa legislativa e da parceria entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o novo espaço, com 12,8 mil metros quadrados, vai oferecer calçadão, quiosques, bares, playground, áreas arborizadas, iluminação moderna e estrutura completa para convivência e lazer.

Responsável por solicitar ao Governo do Estado a destinação de recursos por meio da Indicação nº 651/2021, Botelho reforçou a importância do projeto para Santo Antônio de Leverger. “Essa obra nasceu da nossa indicação e de uma demanda legítima da população. A nova orla será um marco histórico, trazendo qualidade de vida, lazer, desenvolvimento e mais oportunidades. Lutamos por investimentos que valorizem o município e fortaleçam o turismo regional. Ver essa transformação acontecendo é motivo de orgulho.”

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Durante visita técnica realizada em junho deste ano, o governador Mauro Mendes (União), destacou que a obra integra o planejamento estadual para fomentar o turismo e reforçou que o Governo de Mato Grosso mantém um programa robusto de investimentos voltado ao desenvolvimento do setor.

A prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli Magalhães de Arruda Vieira Pires (PSB), ressaltou o impacto cultural e econômico da nova orla. “A orla vai ser um ponto turístico para a nossa cidade. Já pensamos em realizar aqui o carnaval, o festival de pesca, o festival de siriri e muitas outras atividades. Queremos resgatar o turismo, fortalecer nossa economia e valorizar o que Santo Antônio tem de melhor.”

A obra avança para sua fase final e já se consolida como uma das mais importantes intervenções urbanas da Baixada Cuiabana, resultado direto da articulação e da atuação do deputado Eduardo Botelho em defesa do município.

Fonte: ALMT – MT

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Lei aprovada pela ALMT garante sessões de cinema adaptadas para crianças com autismo

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O acesso ao lazer e à cultura também faz parte da inclusão de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Neste Dia das Crianças, celebrado hoje (12), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) destaca a Lei nº 13.256/2026, que determina a realização de pelo menos uma sessão mensal de cinema adaptada a esse público e suas famílias nos estabelecimentos do estado.

De autoria do deputado estadual Sebastião Rezende (União), a legislação estabelece condições para tornar a experiência mais confortável e acessível. Durante as sessões, não devem ser exibidas publicidades comerciais, as luzes precisam permanecer levemente acesas e o volume do som deve ser reduzido. Também é garantida a liberdade para entrar e sair da sala ao longo da exibição, conforme a necessidade de cada pessoa.

A lei determina ainda que as sessões sejam identificadas com o símbolo mundial do espectro autista, afixado na entrada das salas. Sancionada em março deste ano, a norma concedeu prazo de 90 dias para a adequação dos estabelecimentos.

Na justificativa do projeto apresentado à ALMT, Sebastião Rezende ressaltou que características como a sensibilidade auditiva e visual podem tornar as sessões convencionais de cinema desafiadoras para pessoas com autismo. Ele afirma no documento que o texto “pretende contribuir para garantir às pessoas com autismo a oportunidade de desfrutar do cinema por meio de sessões adaptadas à sua especificidade”.

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Acesso à cultura — As sessões adaptadas já fazem parte da programação de cinemas em diferentes municípios de Mato Grosso. Em Cuiabá, a rede Cinépolis, localizada no Shopping Estação, informou que realiza mensalmente sessões inclusivas, com programação distribuída em quatro dias e exibição de dois filmes. Durante essas sessões, o som é reduzido, a iluminação permanece em 50% da capacidade e os espectadores têm liberdade para entrar e sair da sala.

Em Várzea Grande, a rede Cineflix, no Várzea Grande Shopping, informou que realiza sessões destinadas a pessoas com TEA há vários anos, antes mesmo da aprovação da legislação estadual. As exibições ocorrem na última sexta-feira de cada mês, no início da tarde, período de menor movimentação, com iluminação suave, ar-condicionado em intensidade reduzida e liberdade de circulação. O estabelecimento também oferece entrada gratuita para pessoas com deficiência (PCD).

No interior do estado, o Cine 163, em Nova Mutum, iniciou as sessões adaptadas em agosto deste ano. A primeira exibição contou com iluminação suave, som reduzido e ausência de anúncios publicitários. O cinema também adota uma política própria de gratuidade para pessoas com autismo e outras condições, mediante apresentação de documentação comprobatória.

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A proprietária do Cine 163, Francielli Vila, explica que o estabelecimento busca envolver as famílias na escolha dos filmes, considerando as diferentes necessidades e preferências das crianças.

“Eu acho importante essa participação delas, para construirmos um melhor evento. É importante dar voz à família. Além da criança ser abraçada, a família precisa ser abraçada também, a família precisa ser ouvida”, afirma.

A experiência relatada em Nova Mutum também aponta para a importância do diálogo com as famílias na construção de espaços de lazer mais acessíveis. Além das adaptações sensoriais, a inclusão envolve o acolhimento das diferentes necessidades e o respeito ao tempo e à forma de participação de cada criança.

Ao estabelecer regras para as sessões adaptadas, a legislação estadual busca ampliar as possibilidades de participação de crianças e adolescentes com autismo em atividades culturais, contribuindo para que o acesso ao cinema seja uma experiência compartilhada com suas famílias.

Fonte: ALMT – MT

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