MATO GROSSO

Governo de MT lança licitação internacional para implantação de novo Data Center

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A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) publicou o aviso de licitação internacional para a implantação do novo Data Center no Estado. A chamada integra as ações do Programa de Modernização da Gestão Fiscal do Estado de Mato Grosso (Profisco II), que é financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O objetivo é contratar empresas especializadas para aquisição de bens e serviços destinados à construção e operação do novo Data Center, fortalecendo a estrutura tecnológica da administração pública estadual.

A licitação está estruturada em dois lotes: o lote 1, referente ao Complexo Data Center, com orçamento estimado em R$ 53.091.350,44; e o lote 2, correspondente à Sala Cofre, com previsão de R$ 5.137.723,50. A execução dos contratos terá duração de até 80 meses, incluindo 60 meses de serviços de manutenção.

A modalidade adotada será Licitação Pública Internacional (LPI), conforme as diretrizes do BID, e estará aberta a todos os licitantes elegíveis. As propostas podem ser apresentadas até o dia 19 de maio de 2025, às 17h30 (horário de Cuiabá).

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A abertura dos envelopes ocorrerá em sessão pública no dia 21 de maio, às 10h, na sala de reuniões da Secretaria Adjunta de Administração Fazendária (SAAF), no Complexo 3A da Sefaz, em Cuiabá. A sessão também poderá ser acompanhada virtualmente, via Google Meet.

As empresas interessadas devem apresentar documentação de habilitação jurídica, regularidade fiscal, qualificação econômico-financeira e técnica. Dúvidas e esclarecimentos podem ser encaminhados para o e-mail: [email protected]. O edital e seus anexos estão disponíveis gratuitamente pelo link https://shre.ink/MrR0.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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