MATO GROSSO

Nova Ubiratã inaugura Hospital Municipal com apoio da SES

Publicado em

Com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), a Prefeitura de Nova Ubiratã inaugurou, nesta sexta-feira (28.3), a primeira etapa do seu Hospital Municipal. A estrutura conta com 1.684 metros quadrados de área construída e dispõe de laboratório, serviços ambulatoriais, de urgência e emergência.

A SES repassou R$ 3,2 milhões para a construção do Hospital Municipal, que atenderá uma população de cerca de 13 mil habitantes. Além disso, também foram repassados mais de R$ 4 milhões em recursos de custeio e incentivo para o município.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, esteve presente na inauguração do hospital e relembrou que esteve no município para o lançamento da obra, em março de 2022.

“Três anos atrás eu tive o prazer de estar aqui e hoje nós estamos, neste mesmo lugar, comemorando a inauguração do Hospital Municipal. É muito bom ver o recurso destinado pelo Governo do Estado sendo bem aplicado pelos gestores. O governador Mauro Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta fazem questão de assegurar que os recursos do Governo, que apoia os municípios, sejam aplicados com esse nível de qualidade que presenciei in loco em Nova Ubiratã”, declarou o secretário.

Leia Também:  Sema já prestou mais de 1.300 atendimentos a produtores rurais em cinco edições do Mutirão Ambiental

Para o secretário municipal de Saúde de Nova Ubiratã, Marco Felipe, a realização do sonho do Hospital Municipal só foi possível graças à parceria com o Estado.

“Quando eu estive com o Gilberto, ele olhou o projeto e falou: ‘nós vamos te ajudar, o Governo do Estado vai te ajudar’. Naquele momento, eu vi que o sonho começou a se tornar realidade e hoje estamos entregando essa magnífica obra. Então, Gilberto, o meu agradecimento especial a você. Por mais que eu agradeça aqui ao Governo do Estado, por esse sonho realizado, é muito pouco perto de tudo que isso vai representar para a população de Nova Ubiratã”, disse.

Marco ainda citou o auxílio da SES na promoção de melhorias para saúde do município, como os recursos para a construção do Centro de Reabilitação, da Sala de Vacina e para a aquisição de um micro-ônibus.

O prefeito de Nova Ubiratã, Edegar Bernardi, conhecido como Neninho da Nevada, destacou que já está sendo planejado o início da próxima etapa de construção do Hospital Municipal.

Leia Também:  Sesp e Setasc lançam campanha "Pule, brinque e cuide" para prevenir crimes contra crianças e adolescentes no Carnaval

“Nos próximos dias, ficará pronta a nova planilha da segunda etapa do hospital e a gente vai conversar com Governo do Estado, com os deputados, e tenho certeza que todos serão solidários. Esse hospital não vai atender só Nova Ubiratã, ele vai atender Boa Esperança, Água Limpa, Piratininga, Santiago, Salto da Alegria, Vera, Feliz Natal. E nós, com a permissão de Deus, vamos ter o nosso primeiro cidadão ubiratanense, que vai nascer dentro de uma maternidade, ainda dentro desse nosso mandato”, concluiu.

Também estiveram presentes no evento de inauguração o senador Jaime Campos, o deputado federal José Medeiros, os deputados estaduais Júlio Campos e Adenilson Rocha, além de vereadores e autoridades do município e da Região do Telespires.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Published

on

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Estudantes de escolas estaduais de Cuiabá participam do aulão inaugural do Redação Nota 1000

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  PM prende irmãos e apreende adolescente por tentativa de homicídio em Nobres

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA