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Secretaria de Justiça realiza mais uma operação simultânea em 40 unidades prisionais de MT

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A Secretaria de Estado de Justiça realizou, na quinta-feira (27.2), a segunda Operação Tolerância Zero de fevereiro, de forma simultânea em 40 unidades prisionais de Mato Grosso. As revistas resultaram em 71 aparelhos celulares apreendidos, 138 chips de telefonia e 44 carregadores, além de 147 porções de entorpecentes e uma máquina artesanal de tatuagem.

O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, enfatiza a intensificação de operações no Sistema Penitenciário como uma das medidas de enfrentamento e combate ao crime organizado.

“As medidas executadas pela Sejus, por meio da Polícia Penal para controle interno, de acesso e o aprimoramento da segurança nas unidades prisionais como parte do programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas estão surtindo efeito”, apontou o gestor.

Nas unidades da Superintendência Regional Leste houve a apreensão de 69 celulares, 138 chips de telefonia e 44 carregadores, além de 147 porções de entorpecentes.

Já na Superintendência Regional Oeste, que reúne unidades prisionais como o Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, de Várzea Grande, o Centro de Detenção de Tangará da Serra e a Penitenciária de Sinop, foram apreendidos, na totalidade das revistas, sete aparelhos celulares e uma máquina artesanal de tatuagem.

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Das 40 unidades vistoriadas, em 31 delas não houve apreensões de materiais ilícitos. Na Penitenciária Central do Estado, as revistas contaram com a participação dos alunos da Academia da Polícia Penal que estão em formação.

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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