MATO GROSSO

Confira o status das obras dos quatro Hospitais Regionais em construção pelo Governo de MT

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As obras dos novos Hospitais Regionais de Tangará da Serra, Alta Floresta, Juína e do Araguaia, em Confresa, estão avançando em Mato Grosso. De acordo com o planejamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), a previsão é de que as quatro unidades sejam entregues a partir de 2025.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destaca que a construção dos novos hospitais será um divisor de águas para a Saúde Pública de Mato Grosso, pois preencherá vazios assistenciais que já perduram por décadas.

“A gestão do governador Mauro Mendes trata a saúde como uma prioridade e constrói seis grandes hospitais em Mato Grosso. Dois deles estão em Cuiabá e quatro, os hospitais regionais, são no interior do Estado, justamente para preencher os vazios assistenciais que existem. Não tenho dúvidas de que vivemos um momento histórico para a Saúde Pública de Mato Grosso e esse cenário próspero resultará em muitos benefícios para a população do Estado”, afirma.

A construção mais adiantada é a do Hospital Regional de Alta Floresta, que foi iniciada em junho de 2022 e está 63,6% concluída. O valor já transferido para a execução da obra foi de R$ 87,6 milhões. Foram concluídos no local a limpeza do terreno, a terraplanagem, execução do canteiro de obra e tapume, a montagem de estacas e blocos, além da fundação da estaca hélice contínua, do bloco, armação da viga de baldrame e concretagem de viga e radier. O investimento total na unidade será de R$ 144,3 milhões em obras.


Hospital Regional de Alta Floresta

A obra do Hospital Regional de Juína foi iniciada em maio de 2022 e recebeu, até o momento, investimentos de R$ 47,8 milhões. Já foram executados 38,1% do projeto, com as obras concluídas de montagem das estacas, da usina de concreto, execução do tapume, terraplanagem e limpeza do terreno, além da fundação da edificação principal. A aplicação financeira para a conclusão da unidade totalizará R$ 125,5 milhões em obras.

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Hospital Regional de Juína

O Hospital Regional do Araguaia, em Confresa, já recebeu um aporte financeiro de R$ 42,1 milhões. Na unidade, já foram executados 32,6% dos serviços, sendo finalizados a terraplanagem, o tapume, a montagem de estacas da edificação principal e periféricas, os canteiros de obras; estão em fase final a estrutura das taças metálicas e da edificação principal. O hospital receberá um investimento total de R$ 129,2 milhões em obras.


Hospital Regional do Araguaia, em Confresa

O Hospital Regional de Tangará da Serra está com 34,1% da obra realizada e já foram aplicados R$ 43,5 milhões para a execução da obra. Foram concluídas a terraplanagem, execução do canteiro de obras, montagem das estacas, blocos e armação da viga baldrame, fundação do bloco e execução do muro. O investimento total no hospital será de R$ 127,5 milhões em obras.


Hospital Regional de Tangará da Serra

Estruturas

As novas estruturas contarão com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de UTI – entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal – para atendimento na média e alta complexidade.

As unidades também vão ter 10 consultórios médicos, dois consultórios para atendimento a gestantes, seis salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

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A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, explica que as equipes técnicas acompanham de perto o avanço das obras.

“As obras estão avançando e estamos acompanhando o passo a passo de cada uma dessas unidades. Assistimos os projetos desenvolvidos pela equipe de obras da SES ganhando forma e temos a certeza de que esses novos hospitais beneficiarão muito a população de Mato Grosso. As novas estruturas terão tudo o que há de mais moderno na área de infraestrutura em saúde”, finalizou.

Outros grandes hospitais


Hospital Central, em Cuiabá

Além dos quatro novos Hospitais Regionais, o Governo do Estado está construindo duas grandes unidades hospitalares em Cuiabá: o Hospital Central e o novo Hospital Universitário Júlio Muller.

Com investimento de R$ 215,3 milhões em obras, o Hospital Central, cuja construção ficou abandonada por 34 anos, já está 95% executado e terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3 mil consultas especializadas e 1,4 mil exames por mês. A unidade será referenciada para os serviços de alta complexidade em saúde.

Já o novo Hospital Júlio Muller, executado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), tem 58,3 mil metros quadrados de área construída e já está 67% executado. A unidade hospitalar é construída por meio de um convênio entre o Governo e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em um investimento total de R$ 221,1 milhões, divididos entre Estado e União.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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