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Operações resultam na prisão de 14 condutores embriagados na madrugada deste sábado (22)

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Duas edições da Operação Lei Seca realizadas de forma simultânea, na madrugada deste sábado (22.2), em Cuiabá, resultaram na prisão de 14 pessoas que conduziam seus veículos embriagados. As ações ocorreram nas Avenidas Beira Rio, no bairro Novo Terceiro, e Tenente Coronel Duarte, no bairro Dom Aquino.

Além dos presos por embriaguez ao volante, uma pessoa foi detida por entregar seu veículo a uma pessoa sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Na Avenida Beira Rio, foram realizados 102 testes de alcoolemia, 100 veículos fiscalizados, e 16 removidos (15 carros e uma moto). Também foram confeccionados 28 autos de infração de trânsito, dos quais 11 foram por conduzir o veículo sob efeito de álcool, nove por recusa ao teste de alcoolemia, quatro por conduzir veículo sem CNH, e três por conduzir veículo sem registro ou licenciamento.

Já na Avenida Tenente Coronel Duarte foram 27 testes de alcoolemia, 26 veículos fiscalizados, e 13 removidos (sete carros e seis motos).

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Neste trecho foram 19 autos de infração de trânsito confeccionados, sendo 10 por conduzir veículo sob efeito de álcool, quatro por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, três por conduzir veículo sem CNH e dois por infrações diversas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nas ações deste sábado foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Semob, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Politec, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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