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Forças de segurança prendem líder de facção de MT no Rio de Janeiro

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Uma ação integrada entre as forças de segurança de Mato Grosso e do Rio de Janeiro levou à prisão de uma liderança de uma facção criminosa do estado, nesta quarta-feira (19.2).

A prisão ocorreu na capital do Rio de Janeiro e faz parte das investigações no âmbito do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, para combater as facções criminosas no Estado.

O faccionado A.A.C., conhecido como Tucão, era foragido da Justiça de Mato Grosso e possuía um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal por conta de uma condenação de 39 anos, 11 meses e 25 dias de reclusão em regime fechado.

Tucão faz parte do Conselho Final, parte do grupo criminoso que dá aval para punições e ordens de crimes que serão cometidos pelos demais membros da facção, contra os próprios membros ou rivais.

Ele possui um extenso histórico criminal pelos crimes de associação criminosa, homicídio, latrocínio e sequestro. Também foi investigado pelo envolvimento na morte de um aluno sargento da Polícia Militar de Mato Grosso no ano de 2004 e preso durante as fases da Operação Grená, em 2014 e 2015, além de ter sido alvo das Operações 10º Mandamento e Red Money em 2018.

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Tucão também é suspeito de ter financiado a fuga para o Rio de Janeiro dos suspeitos envolvidos no homicídio do sargento Odenil Alves Pedroso, em maio de 2024, em frente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.

Após cumprirem o mandado, Tucão foi encaminhado para a Superintendência Regional da Polícia Federal do Rio de Janeiro e, posteriormente, levado para uma penitenciária para cumprimento da pena.

A prisão envolveu as forças mato-grossenses da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Polícia Federal e a Polícia Militar, por meio da Diretoria de Inteligência e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos da Polícia Judiciária Civil do Mato Grosso (DRCI), além do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público.

Já as forças da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Polícia Federal e Polícia Militar, todos do Rio de Janeiro, também auxiliaram na prisão do faccionado.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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