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Polícias Civil e Militar prendem dois suspeitos de furto qualificado e falsa identidade

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Guiratinga (a 330 km de Cuiabá), e a Polícia Militar prenderam em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (17.2), dois homens suspeitos por crimes de furto qualificado e falsa identidade.

A ação policial teve início depois que a Polícia Civil recebeu uma denúncia de que havia dois homens em atitude suspeita em frente a um estabelecimento comercial em Guiratinga. Diante das informações, investigadores da Polícia Civil, com o apoio de policiais militares, foram até o local indicado e identificaram os suspeitos.

Ao serem abordados, os suspeitos resistiram à prisão e tentaram fugir, mas foram contidos pelas equipes policiais. Durante a revista, foram encontrados diversos objetos com a dupla, incluindo uma caixa de som, celulares e dinheiro.

Em seguida, os policiais dirigiram-se ao estabelecimento comercial e constataram sinais de arrombamento, como a fechadura quebrada e materiais espalhados pelo chão. O proprietário da loja foi chamado e reconheceu os objetos apreendidos como sendo de sua loja.

Diante das evidências, os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Guiratinga, onde foram autuados em flagrante pelo crime de furto qualificado. Durante os procedimentos legais, foi constatado que ambos haviam fornecido nomes falsos no momento da prisão, o que resultou na inclusão do crime de falsa identidade ao registro da ocorrência.

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Os presos foram ouvidos e colocados à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com as investigações para apurar se os indivíduos estão envolvidos em outros crimes na região.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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