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Segundo condomínio mais alto de Cuiabá adere ao Programa Vigia Mais MT 

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A Comissão de Segurança do Edifício Royal President, segundo condomínio mais alto de Cuiabá, aderiu ao programa Vigia Mais MT, após reunião de apresentação do programa na manhã desta quinta-feira (6.2), na Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT). O Royal President tem 36 andares.

A reunião deu início ao processo para entrega de de seis câmeras fixas, com alta resolução de imagem e zoom de até 60 metros, que serão instaladas no entorno do edifício, voltadas para as Avenidas Presidente Marques e rua João Bento, no bairro Quilombo, em Cuiabá.

Após a apresentação do programa, o representante da Comissão de Segurança do edifício, Nelson Barbosa, considerou o programa um avanço na segurança pública e acredita que as câmeras vão contribuir com a segurança dos moradores e pessoas do entorno.

“Eu não imaginava que o Estado estivesse tão avançado nessa área. Agora, o programa vai trazer mais segurança para os condôminos, que era uma das maiores preocupações dos moradores. Eu creio que vai ser uma parceria muito boa”, disse Nelson.

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O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho de Oliveira Galindo, destacou que a Avenida Presidente Marques possui um grande fluxo de pessoas e veículos, e por isso as câmeras vão contribuir para a segurança pública de modo geral.

O secretário adjunto considerou que a adesão da iniciativa privada ao Vigia Mais MT é muito importante para ampliar a segurança pública dos mato-grossenses e que é uma das estratégias do programa para criar um cerco virtual.

“Partindo da premissa que a segurança é um dever de todos, o programa está voltado tanto para os municípios quanto para entes privados, associações e sindicatos e eles vão somando ao projeto que tem maior foco no público, então é essencial para complementar a estratégia de segurança pública”, considerou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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