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Corpo de Bombeiros combate incêndio em loja de autopeças em Cuiabá

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta terça-feira (24.12), um incêndio em uma loja de autopeças localizada na Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, conhecida como Avenida dos Trabalhadores, no bairro Planalto, em Cuiabá. Ninguém ficou ferido.

A equipe do 1º Batalhão Bombeiro Militar (1º BBM) foi acionada por volta das 2h40, por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após solicitação dos moradores vizinhos ao estabelecimento.

De acordo com as testemunhas, a loja estava fechada no momento, mas as chamas já estavam altas acompanhadas de uma grande quantidade de fumaça e havia a preocupação quanto à possibilidade de o fogo se alastrar para comércios próximos.

Diante da gravidade, seis viaturas foram imediatamente deslocadas para atender a ocorrência. No local, os bombeiros militares realizaram o combate direto às chamas e, posteriormente, fizeram o rescaldo com o objetivo de evitar a reignição do fogo. A operação durou cerca de três horas até a extinção do incêndio.

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A ação coordenada foi fundamental para conter a propagação do fogo às edificações vizinhas, prevenindo danos e prejuízos ainda maiores. Além da atuação durante a madrugada, os bombeiros militares retornaram nesta manhã para monitorar a área afetada, devido ao surgimento de novos focos de fumaça.

Até o momento, não há informações sobre as causas do incêndio.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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