MATO GROSSO

Sesp deflagra Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado nas 41 unidades prisionais de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) deflagrou, nesta quinta-feira (05.12), a Operação “Tolerância Zero ao Crime Organizado” em todas as 41 unidades prisionais do estado.

A ação ocorre de forma simultânea nas unidades e tem como objetivo localizar e apreender itens proibidos, como celulares, carregadores e entorpecentes.

“Estamos empenhados nas ações de combate ao crime organizado em Mato Grosso e vamos retirar todo e qualquer material ilícito de dentro das nossas unidades penitenciárias, reforçando nossa política de tolerância zero à criminalidade. Vamos seguir intensificando nossas ações e desarticulando os grupos criminosos, e vamos apurar, com firmeza e rigor, a entrada desses materiais nas unidades prisionais”, afirma o secretário de Segurança Pública, César Roveri.

A operação faz parte das medidas adotadas pelo Governo de Mato Grosso a partir da implantação do programa Tolerância Zero ao Crime Organizado, lançado no dia 25 de novembro.

Desde a implantação do programa, a Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária tem reforçado as medidas de fiscalização para impedir a entrada e circulação de materiais não autorizados nas unidades prisionais.

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O balanço das apreensões realizadas durante a operação será divulgado ao término das ações.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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