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Secretaria de Saúde debate fortalecimento das unidades de coleta de sangue em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), por meio do MT Hemocentro, iniciou nesta terça-feira (17.10) o 3º Encontro da Hemorrede Pública de Mato Grosso. O evento segue até sexta-feira (20.10), no Auditório Liu Arruda, da sede do Tribunal de Contas do Estado, localizado no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

O objetivo do evento é fortalecer a política estadual do sangue sob a perspectiva de produção de conhecimentos e análise crítica dos processos de trabalho dos serviços hemoterápicos e assistenciais.

Participam do encontro cerca de 120 profissionais da saúde que atuam na Hemorrede do Estado. A Hemorrede é composta por 14 Unidades de Coletas e Transfusão (UCTs), 24 Agências Transfusionais (ATSs) distribuídas nas microrregiões de saúde, além do MT Hemocentro, que coordena a rede. Os locais dão suporte aos hospitais públicos do Estado que necessitam de bolsas de sangue durante procedimentos cirúrgicos e/ou tratamentos.

“Visamos estreitar ainda mais o trabalho desempenhado pelas 41 unidades de coletas de sangue no Estado, incluindo o MT Hemocentro. A meta é entender os gargalos das nossas UCTs e ATS, definir fluxos, traçar novos objetivos e aprimorar os serviços ofertados à população”, diz o secretário adjunto de Unidades Especializadas da SES, Luiz Antônio Ferreira.

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Conforme a diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, o principal beneficiado com o alinhamento dos trabalhos desempenhados pela Hemorrede é o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Com uma rede estruturada, funcionando adequadamente e com os servidores desempenhando suas ações com qualidade e eficiência, o resultado é sentido na ponta, pelos pacientes, que contarão com estoque de bolsa de sangue suficiente para os tratamentos e cirurgias”, destaca Gian.

Durante a abertura oficial do evento, a gestora do Hemocentro do Ceará (Hemoce), Nágela Maria Lima de Oliveira, falou sobre a experiência da unidade, que é a maior do país.

“É gratificante para nós trazer um pouco da nossa experiência de como captamos doadores, poder explicar nossos indicadores e contribuir com o MT Hemocentro. Entendemos que o maior desafio da Hemorrede é manter o nosso estoque sempre dentro da margem de segurança transfusional e também fidelizar os nossos doadores, pois não é fácil trazer essa cultura da doação de sangue como hábito na vida das pessoas”, pontua Nágela.

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Programação

No primeiro dia do encontro, foi discutida a emenda à Constituição nº 10 de 2022 (PEC 10/2022), que tramita no Senado Federal e visa permitir a comercialização do plasma humano.

Ainda nesta terça-feira, o grupo abordou outros temas, como o panorama da Hemorrede de Mato Grosso; a triagem clínica; a implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) nas Unidades de Coletas e Transfusão e Agências Transfusionais; o processamento e estoque de Hemocomponentes; o controle de qualidade na Hemoterapia e a qualidade no transporte de Hemocomponentes. Veja a programação completa neste link.

Participaram da abertura oficial do evento o representante do TCE, Carlos Brito; a assessora do Gabinete de Unidades Especializadas da SES, Larissa Souza Lima; o coordenador da Hemorrede, Fernando Modolo; o médico responsável técnico do MT Hemocentro, Wolney de Oliveira Taques, além das coordenadoras Técnica e Administrativa do MT Hemocentro, Susana Borges e Géssica de Burgo, respectivamente.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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