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Primeira-dama do Estado destaca avanços do Pacto Educativo em MT com investimentos de R$ 30 milhões

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Na missão em Ação de Graças pelas conquistas do Pacto Educativo, a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, representou o governador Mauro Mendes e destacou a iniciativa do Governo do Estado em colaboração com a União das Universidades Católicas de Mato Grosso (Unifacc), que visa ampliar o acesso ao ensino superior e técnico para estudantes em situação de vulnerabilidade, além de investir na capacitação de profissionais da educação. A celebração foi realizada na Faculdade Católica de Cuiabá, na sexta-feira (23.08).

O pacto oferece 1.640 bolsas integrais para que estudantes egressos da Rede Estadual e profissionais da educação possam realizar cursos de ensino superior e técnicos na Universidade Católica de Mato Grosso (Unifacc). O investimento feito pelo Estado foi de R$ 30 milhões por um período de quatro anos. As bolsas tiveram início em 2023.

“O Pacto Educativo é um compromisso deste Governo com a iniciativa privada, com perspectivas de boas oportunidades. Esse é nosso papel enquanto sociedade: garantir que todas as pessoas tenham acesso e oportunidade. Agradeço ao secretário Alan Porto pela dedicação a este projeto, à Associação Dom Aquino Corrêa, com o suporte de todos os bispos responsáveis pela Unifacc, ICET e Escola Estadual Santos Dumont”, disse a primeira-dama Virginia Mendes.

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Ela ainda reforçou que os alunos se dediquem cada vez mais e aproveitem as oportunidades. “Temos aqui alunos de diferentes regiões do nosso estado. Fico feliz por testemunhar esse esforço mútuo e espero que as possibilidades se tornem infinitas na vida de cada um”, ressaltou.

De acordo com o secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto, o pacto educativo representa um avanço nas relações público-privadas. “Agradecemos a todos que têm dedicado esforços para que essa parceria seja multiplicada. É motivo de muito orgulho para nós ter a presença da nossa primeira-dama de Estado, Virginia Mendes, nos apoiando, a dedicação do governador Mauro Mendes às pautas da educação, e os profissionais da educação e todas as pessoas envolvidas nesta missão, que representa um grande passo na educação a partir das parcerias público-privadas.”

“Esse projeto, com fé, demonstra que estamos no caminho certo. É realmente motivador ver que este Governo participa e se preocupa com o futuro dos nossos alunos, e a presença da primeira-dama Virginia Mendes neste momento único de Ação de Graças confirma essa parceria”, ressaltou o padre Edson Sestari.

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Participaram da missa o arcebispo de Cuiabá, Dom Mário, e os bispos: Dom João Besgamasco, da Diocese de Primavera do Leste e Paranatinga; Dom Vital Quitolina, de Diamantino; Dom Maurício Jardim, da Diocese de Rondonópolis e Guiratinga; e Dom Jacy Diniz Rocha, da Diocese de Cáceres; além dos padres Edson Sestari e Orivaldo Egídio; o secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto; o professor mestre Dimorvan Brescancim, representando a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci); e alunos, professores e familiares.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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