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Polícia Civil prende traficante que atuava com o transporte de drogas para Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), deflagrou, na manhã desta sexta-feira (23.08), a Operação Fim da Linha, para cumprimento de quatro ordens judiciais contra um traficante envolvido com o transporte de drogas para a Capital.

Os mandados de prisão, busca e apreensão e de bloqueios judiciais de conta bancária contra o investigado pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico foram cumpridos em Cuiabá.

A operação é resultado de uma investigação da DRE contra um grupo criminoso que enviava drogas para Cuiabá.

As investigações iniciaram em agosto de 2023, quando dois suspeitos em um veículo VW Polo foram abordados pela equipe da Polícia Militar, após informações de que estariam transportando drogas com destino a Cuiabá.

O veículo foi localizado na Rodovia Emanuel Pinheiro, ocasião em que foi montado um bloqueio para abordagem, porém o condutor não respeitou a ordem de parada e fugiu do local, quase atropelando um policial militar.

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Os suspeitos fugiram a pé por uma região de mata, ocorrendo confronto durante a fuga, que resultou na morte de um dos envolvidos. No veículo dos investigados foram apreendidas 213 porções de maconha, totalizando 165,25 quilos da droga.

Durante as investigações coordenadas pela DRE, foi constatado que o veículo utilizado pelos suspeitos foi locado pelo alvo da operação, sendo apurado todo itinerário desenvolvido para o transporte da droga e identificados outros comparsas que estão sendo investigados e serão indiciados.

Com base nos elementos apurados, foi representado pelas ordens judiciais contra o investigado, que foram deferidas pela Justiça. Na deflagração da operação, o suspeito foi localizado e teve o mandado de prisão cumprido e o aparelho celular apreendido. Ele foi conduzido à DRE, onde após ser interrogado foi encaminhado para a audiência de custódia.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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