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Projeto Diálogos com a Sociedade é apresentado à diretoria da Amaggi

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso apresentou, na quinta-feira (4), os resultados do projeto “Diálogos com a Sociedade” para a diretoria da Amaggi, que é parceira da iniciativa. A visita teve como objetivo estreitar os laços entre as instituições, bem como trocar experiências relativas ao trabalho social desenvolvido por elas. “Nós apresentamos as campanhas realizadas este ano e conhecemos os projetos sociais e sustentáveis da empresa, desenvolvidos pelo setor de ESG (Environmental, Social and Governance) e pela Fundação André e Lucia Maggi”, contou a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra. 

Também participaram do encontro o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, o subprocurador-geral de Justiça Jurídico e Institucional, Marcelo Ferra de Carvalho, e os promotores de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, Renee do Ó Souza e Tiago de Sousa Afonso da Silva, além de integrantes da Diretoria Jurídica e de Sustentabilidade da Amaggi. 

Conforme Claire Vogel Dutra, a ideia de divulgar as principais ações do MPMT por meio de campanhas, durante todo o ano de 2024, surgiu a partir de um diagnóstico de que grande parte da população não conhecia as atribuições e o trabalho desenvolvido pela instituição. “Com o projeto ‘Diálogos com a Sociedade’ buscamos aproximar a sociedade dos assuntos sensíveis combatidos pelo Ministério Público de Mato Grosso. As campanhas tiveram início em março e, até o mês passado, conseguimos comunicar os temas Violência doméstica e familiar contra a mulher, Autismo, Abuso infantil e Idoso”, explicou.

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Além de apresentar os vídeos institucionais das campanhas, que contaram com apoio da Amaggi, a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa informou que, até o momento, 9.268.615 pessoas foram impactadas pelas veiculações na televisão e que o alcance absoluto chega a 1.337.420 pessoas. “Além disso, os estados do Acre, Amazonas, Bahia, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina solicitaram parceria para uso dos vídeos produzidos”, acrescentou. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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