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Palmeiras e Flamengo empatam em confronto acirrado pelo Brasileirão

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O clássico entre Palmeiras e Flamengo, realizado neste domingo (21.04), no Allianz Parque, terminou sem gols, em um jogo marcado pela intensidade e disputas acirradas, válido pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. A presença de Dorival Júnior, técnico da Seleção Brasileira, não foi suficiente para inspirar os times a quebrarem o impasse, resultando em um empate em 0 a 0.

Um Jogo de Poucas Oportunidades

O confronto foi caracterizado por um jogo truncado, com 21 faltas e sete cartões amarelos distribuídos apenas na primeira etapa, refletindo a intensidade da disputa. Ambos os times mostraram dificuldade em criar chances claras de gol, com o Palmeiras tentando se impor em casa e o Flamengo buscando contra-ataques rápidos.

Chances de Gol

O Flamengo teve um momento de destaque aos 17 minutos com Bruno Henrique, que serviu Luiz Araújo para um chute perigoso defendido por Weverton. O Palmeiras respondeu com tentativas pelo alto, com Murilo e Flaco López chegando perto do gol.

A Busca pelo Gol no Segundo Tempo

Na segunda metade, as equipes tentaram se soltar, com o Palmeiras pressionando e o Flamengo respondendo. Destaques para as tentativas de Arrascaeta, que obrigou Weverton a uma defesa difícil, e de Endrick, que quase marcou para o Verdão.

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Gol Anulado

Os palmeirenses chegaram a comemorar um gol aos 42 minutos, quando Gabriel Menino cobrou uma falta que Aníbal Moreno converteu, mas a alegria foi interrompida pela bandeira de impedimento.

O empate em 0 a 0 reflete o equilíbrio e a competitividade entre duas das principais equipes do futebol brasileiro. Apesar da falta de gols, o jogo foi repleto de emoção e entrega de ambos os lados, mantendo a expectativa alta para os próximos encontros tanto no Brasileirão quanto na Libertadores.

Próximos Compromissos

O empate deixa o Palmeiras na 11ª posição, com quatro pontos, enquanto o Flamengo, perdendo a chance de manter os 100% de aproveitamento, cai para o segundo lugar, com sete pontos. Ambos os clubes agora voltam suas atenções para a Libertadores, com o Palmeiras enfrentando o Independiente del Valle e o Flamengo visitando o Bolívar. No Brasileirão, o Verdão terá pela frente o São Paulo, enquanto o Flamengo prepara-se para o clássico contra o Botafogo.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 0 X 0 FLAMENGO

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 21.04.2024
Hora: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (Fifa-PE)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (Fifa-CE) e Francisco Chaves Bezerra Junior (PE)
VAR: Daniel Nobre Bins (Fifa-RS)
Cartões amarelos: Mayke, Murilo, Weverton, Gómez (Palmeiras) Allan, Léo Pereira, Bruno Henrique, Pulgar e Tite (Flamengo)

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PALMEIRAS: Weverton, Mayke (Marcos Rocha), Gustavo Gómez, Luan, Murilo (Estevão) e Piquerez; Aníbal Moreno, Richard Ríos (Gabriel Menino) e Raphael Veiga (Lázaro); Endrick e Flaco López (Rony). Técnico: Abel Ferreira

FLAMENGO: Rossi, Varela, Fabrício Bruno, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Erick Pulgar, Allan (Gerson) e Arrascaeta; Luiz Araújo (De la Cruz), Bruno Henrique e Carlinhos (Pedro). Técnico: Tite

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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