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Serviços da Ouvidoria do Estado estão disponíveis no aplicativo MT Cidadão

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Para melhorar e facilitar o atendimento ao cidadão, os serviços da Ouvidoria do Estado também estão disponíveis no aplicativo MT Cidadão, proporcionando mais agilidade e comodidade para o registro de sugestões, elogios, reclamações e denúncias sobre os serviços prestados pela administração pública estadual.

O aplicativo MT Cidadão pode ser baixado em aparelhos celulares com sistemas Android ou IOS. Após baixar, é só fazer o cadastro com as informações solicitadas e acessar o ícone da Ouvidoria. A manifestação já vai diretamente para o sistema Fale Cidadão, e pode ser feita de forma identificada, sigilosa ou anônima. O cidadão ainda pode incluir fotos e documentos como anexos.

Ao finalizar o registro, o sistema gera um protocolo com senha para acesso de acompanhamento da demanda. O cidadão também recebe a resposta e demais informações sobre a manifestação no e-mail informado no formulário.

“O Fale Cidadão complementa os serviços disponíveis no MT Cidadão. É uma forma prática e rápida para o cidadão dar a sua opinião ou solicitar informações sobre os serviços do Governo do Estado”, destaca a secretária-adjunta de Ouvidoria e Transparência da CGE-MT, Karen Oldoni.

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A ouvidoria faz a ponte entre a população e a administração pública, auxiliando o cidadão na solução de problemas, orientando e encaminhando as manifestações para o setor de apuração, em casos de denúncias. Atua também na melhoria dos serviços públicos prestados, fornecendo informações estratégicas aos gestores, para a tomada de decisão.

Na ouvidoria, o cidadão por registrar solicitações, elogios, reclamações, sugestões, denúncias, simplificação de serviço público e pedidos de acesso à informação com relação aos serviços do poder executivo estadual.

Canais de Atendimento

Além do aplicativo MT Cidadão, a Ouvidoria Geral do Estado de Mato Grosso atende por meio do site www.ouvidoria.mt.gov.br, whatsapp (65) 98476-6548 e o telefone 08000 6471520 ou 162.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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