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Seduc e Sesi levam atividades de robótica a estudantes de escola estadual em Várzea Grande

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A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) realizou, em parceria com o Sesi Escola Várzea Grande, atividades de robótica com os estudantes da Escola Estadual José Leite de Moraes, localizada no Bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, nesta quarta-feira (10.04). Na unidade de ensino será montada uma equipe de robótica, o que vai permitir que os estudantes participem de importantes campeonatos em 2024, como a First Lego League (FLL), a maior competição mundial desse segmento.

Para o evento, foram levados robôs de um projeto já em execução. 

O estudante José Augusto, 14 anos, do 1º ano do Ensino Médio, afirmou que está feliz com as atividades tecnológicas. “A robótica está presente em todos os segmentos e ter esse primeiro contato aqui na escola representa para mim uma grande oportunidade”, disse. 

Já Lucas Felipe, 13 anos, também do 1º ano, disse estar motivado a participar da equipe de robótica da escola. “Penso em seguir carreira na área de engenharia eletrônica ou elétrica. Acredito que esta oportunidade seja importante para a realização do meu sonho de vida. Então, vou me dedicar bastante”.

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Um dos estudantes do Sesi que participou do evento foi Guilherme Mendes, 13 anos, do 8º ano do Ensino Fundamental. Ele contou aos colegas que, após começar a ter aulas de robótica, passou a viver de forma diferente. “Conquistei muitas amizades e descobri que não é só construir robôs, mas também conviver com as pessoas e descobrir novas coisas”.

Para o diretor da escola, professor Jalme Santana, a robótica como atividade curricular foii uma das suas primeiras iniciativas quando assumiu a gestão no início desse ano. Segundo ele, o planejamento foi fundamental para que hoje os estudantes possam participar de equipes e de campeonatos de robótica.

“Hoje foi apenas um início do que vem pela frente”, pontuou o técnico do time de robótica do Sesi Escola, professor Robson Correa. Ele destacou que os estudantes vão aprender desde o processo de criação do design, programação e a construção de robôs. “A robótica contribui na construção da cidadania, na qual o estudante se torna protagonista da sua própria história”, frisou.
Foto: Gabriel Aguiar

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O líder da política Tecnologia no Ambiente Escolar, da Seduc, Ediney de Brito, destacou que a rede estadual já conta com equipes campeãs em torneio nacionais. “Na primeira semana de março, 11 estudantes de escolas da rede estadual em Sinop garantiram vaga no campeonato mundial de robótica, que acontecerá ainda neste mês, em Houston, Estados Unidos”.

Edney se refere à equipe Canintech, que conquistou uma das seis vagas do Brasil durante participação no 6º Campeonato de Robótica, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), ocorrido em Brasília.

“Além da Canintech, Mato Grosso participou com as equipes Agrobot, de Rondonópolis; Agrotech, e Várzea Grande; e duas equipes formadas por estudantes do Sesi Escola Cuiabá e Senai Porto, a TuiuTech e MTech”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Caso de sucesso apoiado pela Seaf e Programa REM MT reforçam potencial dos editais de R$ 18,6 milhões abertos em Mato Grosso

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O fortalecimento da cafeicultura tem transformado a realidade de produtores rurais da comunidade Sol Nascente, em Mato Grosso. Um dos exemplos é a história da agricultora familiar Ana Aparecida Bandini Rossi, presidente da Associação Comunitária do Sol Nascente, que reúne atualmente 67 famílias associadas.


Ao lado do esposo, Osvaldo Rossi, voluntário na associação, Ana vive no Sítio Jerusalém, onde a família retomou o cultivo do café após anos afastada da atividade. A associação, localizada na própria comunidade, recebeu recursos do Programa REM MT, que permitiram a reforma da agroindústria e a aquisição de equipamentos para processamento do café, fortalecendo toda a cadeia produtiva na comunidade.

“Na associação nós temos a agroindústria e trabalhamos toda a cadeia do café. Com o projeto aprovado pelo REM MT, conseguimos reformar um dos barracões, adquirir equipamentos para torrefação e beneficiamento e criar oportunidades para que os associados possam trabalhar desde a colheita, secagem e processamento até a embalagem e comercialização do produto”, destaca Ana.


Segundo ela, o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), parceira do Programa REM MT, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), juntamente com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e as secretarias municipais de agricultura, tem sido fundamental para o crescimento da atividade na região.

A comunidade tem uma relação histórica com a cafeicultura. Ana e a família chegaram à região em 1986, vindos do Paraná, atraídos pelo potencial da cultura. Com o passar dos anos, a produção perdeu força, mas voltou a ganhar espaço graças às novas tecnologias e variedades mais produtivas.

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“Na década de 80 tínhamos uma produção muito forte de café, depois ela declinou. Hoje estamos retomando porque acreditamos nessa proposta do Governo do Estado de trazer tecnologia para o campo. Os clones de café desenvolvidos e difundidos com apoio da Empaer produzem muito mais em uma área menor. Antes tínhamos uma área grande e colhíamos menos. Hoje produzimos mais em um espaço menor”, afirma.


O resultado desse trabalho pode ser visto na estrutura da associação. De acordo com Osvaldo Rossi, a antiga instalação deu lugar a uma agroindústria moderna e acessível aos produtores da comunidade.

“Antes aqui era um barracão antigo. Hoje temos uma estrutura adequada. Foram investidos cerca de R$ 1 milhão por meio do REM e toda a comunidade tem acesso à agroindústria”, ressalta.

O sucesso da Associação Comunitária do Sol Nascente é um exemplo dos resultados alcançados com os investimentos do Programa REM MT. Agora, novas organizações têm a oportunidade de acessar recursos por meio de dois editais que estão com inscrições abertas e somam R$ 18,6 milhões em investimentos. Os recursos serão destinados a projetos voltados ao fortalecimento da bioeconomia, da agricultura familiar, dos povos e comunidades tradicionais, da proteção ambiental, da geração de renda e da melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas em Mato Grosso.

São R$ 10 milhões destinados ao Edital do Subprograma Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais e R$ 8,6 milhões para o Edital do Subprograma Territórios Indígenas. As inscrições seguem até o dia 8 de julho e podem ser realizadas por organizações que atendam aos critérios previstos nos editais. A expectativa é ampliar iniciativas sustentáveis em todo o estado, fortalecendo organizações e comunidades que trabalham com produção sustentável, conservação ambiental e desenvolvimento local.

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– Edital Agricultura Familiar e PCTs (incluindo indígenas): https://fas-amazonia.org/editalremmtafpct2026/

– Edital Territórios Indígenas: https://fas-amazonia.org/editalremmtti2026/

Conheça o REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido ao Estado de Mato Grosso pelos resultados alcançados na redução do desmatamento.

Entre 2022 e 2025, o programa apoiou 155 projetos, beneficiando 131 organizações sociais, incluindo 104 associações e cooperativas, nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Os resultados incluem mais de 500 aldeias atendidas, 43 povos indígenas beneficiados, 108 municípios alcançados, mais de 44 mil pessoas atendidas e cerca de 160 mil hectares de desmatamento evitados no estado.

Os editais estão disponíveis no site da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), gestora financeira do Programa REM MT. O Programa é coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e conta com a parceria da Seaf-MT, da Empaer e de diversas instituições que atuam no fortalecimento da agricultura familiar, da produção sustentável e do desenvolvimento das comunidades rurais mato-grossenses.

Fonte: Governo MT – MT

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