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Comissão de Segurança é instalada e Elizeu Nascimento reconduzido à presidência

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Os deputados Elizeu Nascimento (PL) e Dr. João (MDB) foram reconduzidos, respectivamente, à presidência e vice-presidência da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Sessão de instalação e posse dos membros foi realizada na tarde desta terça-feira (9).

Como membros titulares da comissão constam ainda os deputados Valmir Moretto (Republicanos), Wilson Santos (PSD) e Beto Dois a Um (PSB). Já na condição de suplentes estão Fabinho Tardin (PSB), Juca do Guaraná (MDB), Valdir Barranco (PT), Diego Guimarães (Republicanos) e Carlos Avallone (PSDB).

Após a reeleição, Elizeu Nascimento disse que pretende dar continuidade aos trabalhos que já vem sendo desenvolvidos pela comissão e destacou algumas das conquistas registradas no estado na área da segurança pública, como a restauração do Batalhão de Força Tática, localizado na região do CPA, em Cuiabá.

“O ano passado foi muito produtivo. Nós tivemos construções de unidades prediais da Polícia Militar, Polícia Civil e várias outras questões, como compra de equipamentos e armamentos para a gloriosa Polícia Militar e todas as forças de segurança pública. No dia 21 de abril nós teremos a formatura de mais de 500 policiais militares e já estamos acionando o governo do estado para termos um cronograma de chamamento dos candidatos aprovados em concursos da segurança”, declarou.

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O deputado lembrou ainda da Operação Canguçu, deflagrada contra criminosos que atacaram o município de Confresa em abril do ano passado e defendeu a promoção por bravura dos profissionais envolvidos.

“Os policiais estiveram ali em situação de risco eminente às suas vidas, com armamentos e equipamentos que, em tese, não teriam êxito no enfrentamento àqueles criminosos, que estavam com veículos blindados e armamentos longos. Mesmo assim, mais de 20 criminosos foram abatidos e os policiais militares, após 40 dias de operação, retornaram aos seios das suas famílias. Faço aqui, mais uma vez, o manifesto de apoio à promoção por ato de bravura a cada policial militar destes que participou da operação e que está com seu nome na lista para apreciação de promoção na Comissão de Promoção de Praças e Oficiais da Polícia Militar de Mato Grosso”, frisou.


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Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde aprofunda apuração sobre pagamentos indenizatórios e prevê novas oitivas

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) deu continuidade, nesta quarta-feira (14), à apuração de procedimentos administrativos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). A reunião ouviu o ex-secretário Gilberto Figueiredo, que respondeu aos questionamentos dos parlamentares sobre pagamentos indenizatórios, reconhecimento de dívidas e recomendações dos órgãos de controle. O atual secretário, Juliano Silva Melo, não compareceu à oitiva.

Entre os principais pontos debatidos estiveram os valores pagos por indenização, a continuidade desse tipo de despesa após a fase mais crítica da pandemia de Covid-19 e os procedimentos adotados pela Secretaria diante das orientações da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Após a reunião, o deputado Wilson Santos afirmou que as respostas do ex-secretário reforçaram a necessidade de esclarecer os pagamentos indenizatórios, que, segundo ele, ultrapassaram R$ 1,1 bilhão. O parlamentar também questionou o crescimento dessas despesas no período posterior à fase mais crítica da pandemia e citou pagamentos superiores a R$ 140 milhões ao Hospital Israelita Albert Einstein, sobre os quais considera necessário obter explicações.

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Em entrevista, Gilberto Figueiredo defendeu os procedimentos adotados durante sua gestão. Segundo ele, pagamentos indenizatórios já eram utilizados na administração estadual e, na área da Saúde, podem ocorrer em situações nas quais a aquisição de um medicamento ou serviço é necessária para garantir o atendimento de pacientes. O ex-secretário também afirmou que suas decisões consideravam as necessidades da assistência pública e que não manteve acordos ilícitos com empresas.

Foto: Helder Faria

A oitiva também abordou o cumprimento das recomendações dos órgãos de controle e a responsabilidade pelas decisões administrativas. Figueiredo declarou que, em determinadas situações, considerou necessário ponderar as orientações recebidas diante das necessidades dos pacientes. Já Wilson Santos avaliou que persistem dúvidas sobre os procedimentos e os valores envolvidos, que deverão ser considerados no andamento da investigação.

Comissão prevê novos encaminhamentos – A ausência do atual secretário de Saúde também esteve entre os assuntos tratados após a reunião. Wilson Santos informou que seria encaminhado pedido ao desembargador Marcos Machado para buscar a determinação judicial do comparecimento de Juliano Silva Melo, após sucessivos adiamentos. O deputado afirmou ainda que a CPI pretende ouvir outros agentes públicos, conforme a avaliação dos depoimentos e documentos reunidos.

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A comissão segue com a análise dos procedimentos investigados e a programação de novas oitivas. O prazo de funcionamento foi prorrogado, com previsão de encerramento dos trabalhos em janeiro de 2027.

Participaram da reunião os deputados Chico Guarnieri (PRD), vice-presidente da CPI; Beto Dois a Um (União), relator; e Dilmar Dal Bosco (União), membro titular.

Fonte: ALMT – MT

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