Ministério Público MT

Residência fora da comarca de atuação é discutida em reunião

Publicado em

A atuação das Corregedorias-Gerais do Ministério Público em relação a eventuais casos de membros da instituição que, após a pandemia, decidiram residir fora da comarca de atuação foi um dos assuntos debatidos, nesta quarta-feira (03), em Brasília, durante a 1ª Reunião da Corregedoria Nacional com as Corregedorias-Gerais dos ramos e unidades do Ministério Público. O corregedor-geral do MPMT, João Augusto Veras Gadelha, foi representado pela promotora de Justiça auxiliar da Coger/MT, Alessandra Gonçalves da Silva Godoi.

“Além da residência fora da comarca, foram realizadas discussões sobre a presença física nas Promotorias de Justiça e realização de audiências presenciais, as quais, pelas falas uníssonas, são objeto de especial atenção das Corregedorias-Gerais dos ramos e unidades do Ministério Público nesse período pós pandemia, encontrando convergência na atuação da Corregedoria Nacional do Ministério Público”, destacou a promotora de Justiça auxiliar da Coger.

Segundo ela, na reunião também foram tratados outros assuntos de interesse dos órgãos disciplinares como alimentação e aperfeiçoamento do Sistema Nacional de Informações Disciplinares, criação do Núcleo de Correições Virtuais da Corregedoria Nacional e apoio das corregedorias-gerais às correições, presenciais ou virtuais, realizadas pela Corregedoria Nacional.

Leia Também:  Professor de Matemática é condenado por importunação sexual

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

Published

on

O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

Leia Também:  Primeira-dama do Estado participa de reunião para discutir investimentos do Fethab com prefeitos do norte de MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA