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Atuação da Secretaria de Ordem Pública garante a desobstrução das calçadas de Cuiabá

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Para garantir melhores condições de locomoção aos pedestres e contribuir para uma cidade mais limpa, bonita e harmônica, a Secretaria de Ordem Pública e Defesa Civil (SOPDC) iniciou, no último dia 5 de dezembro, em conjunto com as polícias Civil e Militar, a operação ‘Área Central’, com foco na desobstrução das vias e calçadas do centro de Cuiabá e no ordenamento do comércio ambulante.

A iniciativa está no 22º dia de execução, e, de acordo com o secretário da pasta, Leovaldo Sales, até o momento não há notícia de qualquer ocorrência ou conflito. “Os ambulantes parecem estar mais conscientes quanto à importância da liberação das ruas e calçadas. E os donos de lojas estão agradecidos pelo ordenamento. Até agora, as pessoas que foram às compras de fim de ano, inclusive de Natal, transitaram com facilidade e segurança”, considerou, enfatizando que o trabalho é totalmente preventivo.

Sales acredita que um dos fatores que contribuiu para o sucesso da iniciativa foi o apoio da Associação dos Vendedores Ambulantes Haitianos. “Antes de começarmos a operação, enviamos um ofício à Associação, solicitando apoio na divulgação do nosso trabalho. Reforçamos a importância de os ambulantes atenderem nossos fiscais ao serem notificados. E, pelo que vimos, fomos atendidos, pois os procedimentos estão sendo realizados de forma pacífica e respeitosa”, explicou. O secretário reiterou sobre a importância de todos adquirirem a consciência de que a obstrução de calçadas agride o direito de ir e vir das pessoas e o tráfego com segurança na via pública. “A operação ‘Área Central’ me dá a impressão da construção de uma consciência por parte dos ambulantes de que calçada não é para servir de espaço onde cada um faz o que quer sem se atentar para o direito e segurança do outro. Vamos continuar em diálogo com a Associação dos Haitianos para que ela continue ajudando os seus associados a obedecer às normas de convivência na sociedade e, ao mesmo tempo, buscar alternativas junto ao Poder Público para a criação de um espaço exclusivo para a prática do comércio ambulante”, assegurou o gestor da pasta.

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Cumprindo uma determinação judicial da Vara Especializada do Meio Ambiente, após um pedido do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE/MT), a operação está sendo executada por fiscais da Ordem Pública e policiais Militares e Civis. A iniciativa se faz necessária para cumprir o Código Sanitário e de Posturas do Município, que, em seu Artigo 241, define que é proibido expor, lançar ou depositar nos passeios, canteiros, sarjetas, bocas de lobo, jardins e demais logradouros públicos qualquer material, mercadorias, objetos, mostruários, cartazes, faixas, placas e similares, sob pena de apreensão dos bens e pagamento dos custos de remoção. O secretário ainda informou que a previsão é que a iniciativa siga até o dia 5 de janeiro, mas a continuidade ou não da data será avaliada pela Secretaria.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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